Primeiro escreveu-se e até se berrou que o modelo de avaliação decorria normalmente em todas (com todas as letras) as escolas. Depois ouviu-se dizer que não fazia sentido suspender este modelo de avaliação porque não havia outro; e que não se conseguia perceber o protesto dos professores porque o sistema tinha sido acordado com os sindicatos. Destas declarações deduz-se pois que há a vontade de fazer continuar um processo até à sua implosão natural ou à sua perversão completa.
Sempre defendi uma alteração significativa ao modelo em vigor no sentido de o tornar factível, económico, instrumental e acessório até ao final deste ano lectivo. Foi isso que fiz no CCAP. E isto teria sido possível se se tivesse feito até ao início do ano lectivo. Neste momento esta hipótese já não é viável porque praticamente ninguém a aceita. Tenho pena que o Ministério tenha ido, nesta matéria, sempre a reboque dos acontecimentos e sempre obrigado a reagir face aos gritos da realidade. (...)
Fonte: Terrear


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