segunda-feira, 30 de maio de 2011

Sócrates elevou o nível de Educação dos portugueses?

Mega Ferreira e Inês Pedrosa apelam ao voto no PS

O presidente do Conselho de Administração do Centro Cultural de Belém, Mega Ferreira, e a escritora Inês Pedrosa apelaram, esta segunda-feira de manhã, ao voto no PS, durante um pequeno-almoço num hotel de Lisboa entre José Sócrates e cerca de 100 individualidades da área da Cultura.

Afirmando-se um “socialista não filiado”, Mega Ferreira disse que votar no PS “é o voto óbvio e útil”, sublinhando que estamos perante duas visões da sociedade: uma que respeita o princípio da solidariedade, na qual se enquadra o programa do PS; e outra “egoísta”.

Inês Pedrosa manifestou-se contra aqueles que consideram a Cultura um “adereço” e criticou os partidos que pretendem acabar com o Ministério da Cultura. “É um equívoco gravíssimo, porque significa desfazer um trabalho de décadas”, disse, numa alusão à intenção já manifestada pelo PSD.

A escritora reconheceu que o Governo de José Sócrates nem sempre deu prioridades à Cultura, mas destacou que fez “uma verdadeira revolução” nas áreas da Saúde, da Educação e da Segurança Social. “Pensar é acto mais violento que há”, disse, citando Vergílio Ferreira. “Por isso, pensemos maduramente e votemos no PS.”

José Sócrates, que interpretou o encontro como “um apoio ao PS”, afirmou que o maior contributo que o seu Governo deu para a Cultura foi ter “elevado o nível de Educação dos portugueses”.

Maria João Seixas, Rui Vieira Nery, Tito Paris, Carlos Mendes, Manuel Salgado e Carlos Alberto Moniz foram outras personalidades presentes.

Jornal de Notícias

O lirismo de David Justino, antigo ministro da Educação…

David Justino, antigo ministro da Educação, foi entrevistado por Rosário Lira, da Antena 1, no programa «Este Sábado», emitido no passado dia 28 de Maio.

Ouçamos esta personalidade que parece ter certezas sobre Educação, mas que abriu o caminho a algumas das reformas mais negativas de Maria de Lurdes Rodrigues…

O caminho está traçado para as pensões de reforma

Infografia: Saiba como as pensões de reforma serão cortadas

Resultados das eleições legislativas desde 1975

Infografia: Resultados das legislativas desde 1975

sábado, 28 de maio de 2011

«Sete ideias para os jovens que vão a exame!»

Quem põe termo a isto?

Remodelação de escolas

Ministério da Educação paga em duplicado à Parque Escolar

28.05.2011 — 10:45 Por Clara Viana

Para além das escolas, também os serviços centrais do ME estão a pagar rendas à empresa.

O Ministério da Educação está a pagar rendas à empresa pública Parque Escolar pela ocupação dos edifícios da Avenida de 24 de Julho, em Lisboa, que há três anos eram sua propriedade. A Parque Escolar é uma empresa tutelada pelo ME, que foi criada em 2007 para gerir um programa de modernização das escolas secundárias. Este ano, o ministério vai pagar-lhe também cerca de 50 milhões de euros em rendas pelas 103 escolas que já foram objecto de remodelação.

Nem a Parque Escolar, nem o ME revelaram ao PÚBLICO o montante das rendas que estão a ser pagas pelos 18 lotes dos edifícios da 24 de Julho (entre o n.º 134 e o 142) que, em Dezembro de 2010, passaram formalmente para a propriedade da Parque Escolar, uma empresa de capitais exclusivamente públicos. Nestes edifícios estão sediados cinco serviços centrais do ME. A transferência resultou de um negócio que envolveu três entidades públicas: os edifícios foram comprados ao ministério pela empresa pública Estamo, que, por sua vez, os vendeu à Parque Escolar. Nesta operação, a Estamo comprou por 34 milhões de euros e vendeu por 34,3 milhões.

()

PÚBLICO

Quando a carapuça serve mesmo!…

Uma formanda de um curso EFA [Educação e Formação de Adultos] abordou Pedro Passos Coelho, líder do PSD, para lhe “agradecer”, em tom irónico, o facto de ele lhe ter chamado «ignorante», ao criticar o projecto Novas Oportunidades. Passos Coelho disse recentemente que este projecto certificava a ignorância, o que levantou uma onda de protestos contra si. Ora apesar de a formanda ter afirmado ser «a melhor aluna» de um curso EFA, a única coisa que mostrou foi mesmo ter uma imagem de si própria muito elevada… Deveria em primeiro lugar saber que aqueles que participam na iniciativa referida não são designados ‘alunos’, mas ‘formandos’, mesmo quando os ‘cursos’ funcionam nas escolas.

Em que se terá baseado para afirmar que é a melhor do seu curso? Por acaso há “medição” dos conhecimentos em qualquer um dos cursos da iniciativa Novas Oportunidades? Esta iniciativa poderá ser o trampolim para obter um diploma com muito pouco esforço, mas duvido que sirva para as pessoas melhorarem a sua vida profissional. Apesar disso, há uma coisa de que não duvido: servirá para fazer crescer o ego de algumas pessoas!…

A atitude desta formanda mostrou a sua intenção deliberada de atacar o líder social-democrata, talvez no desempenho do papel que alguém lhe terá encomendado. Como se tem visto, tudo serve para atacar Pedro Passos Coelho.

Não tenho nada a ver com os partidos políticos, nem com o PSD nem com qualquer um dos outros, mas nunca gostei de ver ataques, quando se usa a manipulação ou a deturpação da verdade. E nisto os socialistas são exímios. São um ‘exército’ bem organizado, sempre pronto a combater o ‘inimigo’, recorrendo muitas vezes à ‘guerra psicológica’. E o desespero levá-los-á a endurecer os ataques aos adversários, especialmente ao PSD e ao seu líder. Alguém duvida? Esperemos para ver!...

PS investe na privatização do ensino

«Como o PS preparou a privatização do ensino»

quarta-feira, 25 de maio de 2011

segunda-feira, 23 de maio de 2011

«O grande dever do jornalismo»

O grande dever do jornalismo

É o grande dever do jornalismo fazer conhecer o estado das coisas públicas, ensinar ao povo os seus direitos e as garantias da sua segurança, estar atento às atitudes que toma a política estrangeira, protestar com justa violência contra os actos culposos, frouxos, nocivos, velar pelo poder interior da pátria, pela grandeza moral, intelectual e material em presença das outras nações, pelo progresso que fazem os espíritos, pela conservação da justiça, pelo respeito do direito, da família, do trabalho, pelo melhoramento das classes infelizes.

A actividade do jornalismo nunca deve abrandar, a sua consciência deve ter sempre o mesmo vigor, a sua pena o mesmo colorido, o seu sentimento moral a mesma justa intensidade.

O jornalismo não sabe que há o abatimento moral, o cansaço, a fadiga, o repouso. Se ele repousasse, quem velaria pelos que dormem? É áspero, trabalhador infatigável para quem não há noite nem aurora; a luta é terrível, é necessário conservar uma consciência satisfeita e uma energia poderosa para desprezar as calúnias, para afrontar os tédios e os desgostos, fazer face às hostilidades viperinas e incessantes que os poderes promovem, lutar, trabalhar, ter as suas convicções puras e fortes no meio do ódio de uns, do desleixo dos outros, da indiferença, da apatia de todos.

E necessário todos os dias falar, discutir, convencer, ter a consciência do impulso que nos leva, não ter escrúpulo com as inimizades suscitadas, revolver todas as coisas, ou altas como uma relíquia sagrada, ou baixas como um monturo; quando os parlamentos estão abertos é necessário analisar os projectos, destruir os argumentos, esclarecer as discussões, combater os parciais, fortificar os frouxos e os indolentes, aplaudir os valentes buscadores do ideal social e as justas consciências individuais: isto sempre, apesar das comoções pungentes que possam cortar a vida, dos tédios profundos e incu- ráveis que a possam esterilizar. Mesmo quando tudo está imóbil, o espírito popular adormecido, as grandes individualidades silenciosas, os acontecimentos estéreis, a vida monotonizada, é necessário cavar as próprias ideias, violentar a inteligência, gastar, consumir a sensibilidade, falando, discutindo, aconselhando, dirigindo.

Há homens, há trabalhadores de ideias, filósofos, que fazem o mesmo áspero trabalho incessante; mas esses têm a glória, que é como um bálsamo divino derramado nos seus cansaços.

O jornalista não: trabalha, luta, derrama ideias, sistemas, filosofias sociais e populares, estudos reflectidos, improvisações, defesas eloquentes, nobres ataques da palavra e da ideia; pois bem, tudo isso passa, morre, esquece; aquela folha delgada e leve onde ele põe o seu espírito, a sua ideia, a sua consciência, a sua alma, perde-se, desaparece, some-se, sem esperanças de vida, de duração, de imortalidade, como uma folha de árvore ou como um trapo arremessado ao monturo.

Eça de Queirós, Distrito de Évora

domingo, 22 de maio de 2011

Por caminhos já tentados...

Professores queixam-se da falta de tempo

Cozinhar no microondas tem algum perigo?

Tal como outros aparelhos, o forno de microondas apresenta vantagens e desvantagens, mas as segundas poderão ser muito reduzidas se forem tomados certos cuidados.

Educare

O que nos reservará o futuro na área da Educação?

Quem será o próximo ministro da Educação?

Sara R. Oliveira | 2011-05-16 EDUCARE

A pergunta ainda não tem resposta, mas os partidos com maior representatividade já anunciaram as suas propostas para o sistema educativo nacional. Os portugueses escolhem o próximo governo a 5 de junho.

A contagem decrescente para as eleições legislativas começou. Os programas eleitorais foram apresentados com pompa e circunstância e a área educativa ocupa uma parte importante das estratégias políticas. A oposição insiste num novo modelo de avaliação da classe docente, menos burocrático. O PS agarra-se ao investimento feito no passado para reafirmar a vontade de aumentar a taxa de escolarização e aplicar a escolaridade obrigatória de 12 anos. O PSD defende uma avaliação nacional no fim de cada ciclo de ensino e a revisão do modelo de financiamento dos contratos de associação.

O CDS-PP propõe a realização de exames no final de cada nível de ensino, um modelo de avaliação inspirado no que é aplicado no ensino particular e cooperativo, uma revisão curricular que termine com a Área de Projeto e Estudo Acompanhado, e a junção num único ministério do ensino superior e não superior. O BE chama a atenção para a importância de regular os horários dos professores e reduzir o número de alunos por turma. A CDU não desiste das ideias apresentadas nas eleições legislativas de 2009 e garante que a autonomia das escolas públicas passa por definir um regime de financiamento que estipule responsabilidades. O EDUCARE.PT mergulhou nos programas eleitorais para analisar as propostas dos partidos com maior representatividade na Assembleia da República. Quem será o próximo ministro da Educação? A resposta será dada dias depois de 5 de junho.

()

Apoiantes do PS pouco exigentes

PS paga apoio com refeições

Seguem José Sócrates para todo o lado, de norte a sul do País, em autocarros pagos pelo PS. Depois são usados para compor os comícios, agitar bandeiras, e puxar pelo partido, apesar de muitos deles não perceberem uma palavra de português e não poderem votar. Em troca têm refeições grátis.

()

Correio da Manhã

Novas Oportunidades: a encenação socialista com mais figurantes

O projecto Novas Oportunidades foi gizado pelo primeiro Governo de José Sócrates para fazer crescer estatisticamente o nível de formação académica dos Portugueses. Só em publicidade, têm sido gastos milhares (ou milhões?) de euros. EM termos concretos, o que adiantou? Há mais pessoas “diplomadas” com o 6.º, o 9.º ou o 12.º ano, sem queimar as pestanas.

É um método muito fácil, para quem se deixa iludir que assim melhorará, como por milagre, a sua vida profissional. Toda a gente sabe o que se passa, mas os olhos vão sendo fechados a um estratagema que o Governo detém para amealhar muitos votos…

O PSD levantou a questão, mas logo a seguir Pedro Passos Coelho parece ter-se arrependido de o ter feito. Logo a seguir, Sócrates arregimentou os seus vassalos e encenou um espectáculo, com muitas emoções à mistura, como convém nestas coisas, para tornar a coisa mais verosímil… E há sempre pessoas disponíveis para participar seja em que encenação for!

Embora este assunto deva ser discutido, a oportunidade para o fazer foi mal escolhida pelo PSD, como ficou provado. Esta não era a altura indicada para o fazer. Ou tinham levantado a questão há muito tempo, ou então guardavam o assunto para mais tarde, depois de realizadas as eleições. Se perguntarmos a quem gizou este projecto e a quem beneficia dele se estão satisfeitos com o mesmo, a resposta já sabemos qual será…

Apesar de toda a propaganda, o número de pessoas “diplomadas” pelo projecto das Novas Oportunidades continua aquém dos objectivos traçados inicialmente. Nenhum resultado prático ficará desta certificação de competências em massa, a não ser o aumento da auto-estima de algumas pessoas, como a avaliação externa (bem paga) já demonstrou. O que esta certificação efectivamente materializa é apenas fazer render alguns conhecimentos que as pessoas já possuem. O Governo ficará satisfeito, os formandos também… Mas nenhuma melhoria se notará no País, excepto no campo estatístico. Números é o que é preciso, nem que seja apenas para enganar incautos!...

Até quando seguirá este regabofe?

Quem poderia defender melhor o projecto «Novas Oportunidades»?

sexta-feira, 20 de maio de 2011

PS, o Partido da Sinceridade, apela ao voto


Diz que Novas Oportunidades são «Uma espécie de fast-food escolar»

Ex-ministro afirma que Portugal é caso único na Europa

“Uma espécie de fast-food escolar”, diz Carrilho

18.05.2011 —12:43 Por Clara Viana

O problema das Novas Oportunidades é a “confusão total que se faz entre certificação e qualificação e que alimenta o facilitismo”, afirmou ao PÚBLICO o ex-ministro socialista da Cultura e antigo embaixador de Portugal na UNESCO, Manuel Maria Carrilho.

“Uma coisa é entregar um diploma de competências básicas a pessoas que adquiriram esses conhecimentos na vida prática. Outra é conferir-lhes o 12.º ano.” Segundo Carrilho, na União Europeia, isso só se passa em Portugal. Nos outros países, acrescenta, a certificação de competências é feita ao nível do ensino primário.

Dos cerca de 1,5 milhões de adultos que se inscreveram nas Novas Oportunidades, mais de 60 por cento optaram pelos processos de certificação de competências. Os candidatos têm de construir um portefólio de competências, baseado nas aprendizagens adquiridas ao longo da vida. Este documento é depois avaliado por equipas técnicas. Consoante o nível de certificação (4.º, 9.º ou 12.º ano), devem ser ainda identificadas as lacunas, tendo em conta o referencial de competências estabelecido para cada patamar, e ministrada formação complementar nessas áreas. “É uma espécie de fast-food escolar”, acusa Carrilho.

PÚBLICO

quarta-feira, 18 de maio de 2011

“O que nós tivemos neste Governo foi um mau exemplo”

O presidente do PSD acusou hoje o Governo do PS de ter imposto sacrifícios de forma inédita, sem dar o exemplo, chegando ao ponto de cortar salários na função pública, o que “toda a gente achava” inconstitucional.

PÚBLICO

Novas Oportunidades, um mundo cor-de-rosa…

Avaliação das Novas Oportunidades não incide sobre a qualidade da formação

18.05.2011 — 11:20 Por Clara Viana

A avaliação externa do programa Novas Oportunidades não contemplou, até hoje, uma aferição directa da qualidade da formação ministrada no âmbito desta iniciativa, que, em seis anos, permitiu a certificação de 520 mil pessoas com diplomas do 4.º, 9.º e 12.º anos, confirmou ao PÚBLICO o investigador Joaquim Azevedo, um dos peritos que têm acompanhado o trabalho de avaliação iniciado em 2008.

Ontem, reagindo ao anúncio do líder do PSD, Pedro Passos Coelho, de que irá pedir uma auditoria externa ao programa, tanto o primeiro-ministro, José Sócrates, como os ministros da Economia e da Educação, Vieira da Silva e Isabel Alçada, frisaram que aquela iniciativa já é alvo de uma avaliação externa a cargo de uma equipa da Universidade Católica, dirigida pelo ex-ministro da Educação (1987-1991) do Governo PSD da altura, Roberto Carneiro.

Contratada pela Agência Nacional para a Qualificação, responsável pelas Novas Oportunidades, esta avaliação externa tem-se centrado na aferição das percepções dos envolvidos na iniciativa e no apoio à auto-avaliação dos Centros Novas Oportunidades, precisou Joaquim Azevedo. Em 2009, quando apresentou o primeiro relatório de avaliação, Roberto Carneiro já tinha esclarecido que o objectivo do trabalho da sua equipa não era a qualidade e o rigor do processo de certificação em si, mas sim o de “avaliar a qualidade do ponto de vista da percepção das pessoas que estão envolvidas”.

No primeiro relatório, apresentado em 2009, a percepção das competências adquiridas foi aferida através de 35 questionários. No segundo, divulgado o ano passado, foram inquiridas 450 pessoas que já tinham concluído a sua certificação. Todos os entrevistados afirmaram ter adquirido novas competências, nomeadamente no que diz respeito ao uso do computador e da Internet; à capacidade para aprender a aprender (a maioria manifestou a vontade de prosseguir novas formações); e em literacia (leitura, escrita e comunicação oral).

()

PÚBLICO

terça-feira, 17 de maio de 2011

Anunciado vencedor do Grande Prémio de Conto da APE

Associação Portuguesa de Escritores

A. M. Pires Cabral vence Grande Prémio de Conto da APE

17.05.2011 — 14:33 Por PÚBLICO

O escritor A.M. Pires de Cabral venceu o Grande Prémio de Conto “Camilo Castelo Branco”, atribuído pela Associação Portuguesa de Escritores (APE), com a obra “O Porco de Erimanto”, anunciou esta terça-feira a organização.

O júri constituído por Afonso Cruz, José António Gomes e Serafina Martins, com a coordenação de Fernando Miguel Bernardes destacou a “arquitectura dos enredos, a capacidade de jogar com a perspectiva do narrador, a diversidade dos registos linguísticos (do erudito ao mais coloquial e até ao escatológico) e o trabalho de apuro estilístico do texto” de A.M. Pires.

A exploração do absurdo e o sentido de humor constituem dois outros traços marcantes de uma colectânea que se distingue pela sua unidade e equilíbrio internos e pela cultura literária evidenciada pelo Autor”, escreveu o júri em comunicado.

O Prémio, no valor de 7500 euros, é entregue anualmente pela Associação Portuguesa de Escritores e conta com o patrocínio da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, tendo já distinguido escritores como Mário de Carvalho, Luísa Costa Gomes, José Jorge Letria, Gonçalo M. Tavares e Afonso Cruz.

A data da cerimónia de entrega do prémio ainda não foi divulgada.

António Manuel Pires de Cabral, mais conhecido como A.M. Pires Cabral, nasceu em 1941 em Chacim, Macedo de Cavaleiros. É licenciado em Filologia Germânica, e em 1983 venceu o Prémio Círculo de Leitores com o romance “Sancirilo”.

Em 2006 foi distinguido com o Prémio D. Dinis, atribuído pela Fundação Casa de Mateus.

Publicou poesia, teatro, romance, conto, ensaio e crítica, destacando-se as obras “Algures a Nordeste” (1974), “Solo Arável” (1976), “Sancirilo” (1983), “Desta Água Beberei” (1999), “Memórias de Caça” (1987) e “O Homem que Vendeu a Cabeça” (1987).

Para saber mais:

Grémio Literário Vila-Realense

domingo, 15 de maio de 2011

Amanhã virá outro governante a Cabeceiras de Basto…

O Primeiro-Ministro do Governo em gestão deslocou-se a Cabeceiras para almoçar com militantes e simpatizantes socialistas deste concelho e de outros vizinhos, tendo feito o discurso da praxe, que os meios de comunicação social se encarregarão de fazer chegar ao País em pré-campanha eleitoral.

Ao contrário do que era esperado, o governante não inaugurou o centro Escolar do Arco de Baúlhe, como eu tinha previsto neste post. Há quem diga que será inaugurado amanhã, mas não sei quem será o governante encarregado de o fazer. O que eu sei é que Vieira da Silva, ministro da Economia, virá a este concelho inaugurar obras efectuadas na Fundação A. J. Gomes da Cunha, em S. Nicolau. Irá ele também inaugurar o Centro Escolar ou virá mais algum governante incumbido dessa função?

O País está perto da bancarrota, mas para estas deslocações há dinheiro bastante. Não terá sido por acaso que chegámos a esta difícil situação!...

Sócrates em Cabeceiras de Basto

O secretário-geral socialista, José Sócrates, disse hoje em Cabeceiras de Basto que apostar no PS nas próximas eleições é optar pela “segurança e sentido de Estado” contra “a inexperiência e impreparação do PSD”.

“Não vejo nenhum sinal de preparação, experiência e firmeza na liderança de um partido que é responsável por esta crise”, afirmou Sócrates.

O secretário-geral do PS insistiu que, “no momento em que o país enfrenta a mais séria e difícil crise internacional dos últimos 80 anos, exige-se às lideranças uma vontade firme de acção”.

Alertando contra a “aventura de privatizar” a Caixa Geral de Depósitos, a escola pública e o Serviço Nacional de Saúde, o líder socialista, acusou o PSD de apresentar “propostas de aventura irresponsável e leviana de quem não está à altura dos desafios”.

Grande parte do discurso do líder do PS no almoço que se realizou hoje em Cabeceiras de Basto, Braga, foi voltado para as críticas ao maior partido da oposição e ao seu presidente.

()

Negócios

sábado, 14 de maio de 2011

Sócrates inaugura Centro Escolar do Arco de Baúlhe

O Primeiro-Ministro do Governo de gestão de Portugal, desloca-se amanhã ao concelho de Cabeceiras de Basto, a fim de inaugurar o Centro Escolar do Arco de Baúlhe, construído dentro do espaço que pertencia à Escola EB 2 . 3 local.

Esta deslocação tem sido preparada com algum secretismo, ao contrário daquilo que acontecia anteriormente. Apesar disso, foram surgindo indícios de que a inauguração seria realizada nesta altura de pré-campanha eleitoral, nomeadamente a deslocação de responsáveis da autarquia àquele espaço recentemente, a limpeza do espaço exterior da escola por funcionários ligados à autarquia e a presença do Auto-Tanque dos Bombeiros Voluntários Cabeceirenses, possivelmente para proceder a limpeza do espaço exterior daquele equipamento educativo.

Está previsto o almoço do governante neste concelho, estando a ser vendidos bilhetes aos militantes e simpatizantes socialistas.

Educação atrasa envelhecimento

Estudo celular

Menos educação pode acelerar envelhecimento

11.05.2011 — 12:20 Por PÚBLICO

Uma equipa de cientistas associou o envelhecimento celular com o grau de educação da população, concluindo que pessoas com menos escolaridade tinham células mais velhas. Este factor, segundo o artigo publicado recentemente na revista Brain, Behavior, and Immunity, era mais importante do que o nível económico actual das pessoas.

O estudo analisou as extremidades dos cromossomas, chamados de telómeros, de 448 mulheres e homens saudáveis, com idades entre os 53 e 76 anos. E comparou o tamanho destas extremidades com o grau de educação das pessoas.

As extremidades dos cromossomas vão diminuindo ao longo da vida das pessoas, isso é uma forte indicação do envelhecimento das células. “Encontrámos que um nível de educação mais baixo estava associado com telómeros mais pequenos”, escrevem Andrew Steptoe, investigador da universidade College of London, e colegas do projecto.

Os estudos entre a saúde e o estatuto socioeconómico são bem conhecidos. No passado, já se relacionou contextos sociais mais pobres com maiores probabilidades da utilização de tabaco, de menos exercício ou menos acesso a cuidados de saúde de qualidade.

No entanto, o novo estudo mostra que a educação é mais determinante no estado de saúde de uma pessoa a longo prazo, do que o estatuto social actual dessa pessoa ou o ordenado que recebe.

“A educação é um marcador da classe social que as pessoas adquirem no início da vida, e a nossa investigação sugere que é uma exposição longa às condições dos estatutos sociais mais baixos que promovem um envelhecimento celular mais acelerado”, disse Andrew Steptoe, citado pela Reuters.

Segundo Stephen Holgate, do Conselho de Investigação Médica Britânica, que financiou parte da investigação, este estudo sustenta uma das mensagens que tem surgido nos estudo feitos a longo prazo: “A experiência que temos no início da vida pode ter uma influência importante na nossa saúde”, disse citado pela BBC News.

É difícil perceber quais é que são as raízes desta ligação. O artigo sugere que as pessoas mais educadas são capazes de tomar decisões mais informadas que beneficiam a sua saúde e, por outro lado, têm uma maior capacidade para gerirem o stress e a pressão.

PÚBLICO

O Manifesto Eleitoral do CDS-PP

Paulo Portas, presidente do CDS-PP, apresentou hoje o manifesto eleitoral do partido, no qual é defendido o aumento das penas por crimes de fraude fiscal.

Portas observou que o acordo da ajuda externa “condiciona uma parte das políticas dos próximos três anos”, mas “está longe do que se pode e se deve decidir”.

Leia aqui o Manifesto eleitoral CDS-PP (em pdf).

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Bloco de Esquerda apresenta Compromisso Eleitoral

Manuel António Pina vence Prémio Camões 2011

O escritor português Manuel António Pina é o vencedor do Prémio Camões 2011, o mais importante galardão de língua portuguesa, disse (…) à Lusa fonte do Ministério da Cultura.

Poeta, autor de livros para crianças e cronista do Jornal de Notícias (jornal que pertence ao grupo Controlinveste, o mesmo que detém o Diário de Notícias), Manuel António Pina, de 67 anos, nasceu no Sabugal, é licenciado em Direito, foi jornalista e é tradutor, professor e cronista.

O Prémio Camões, criado em 1989 por Portugal e pelo Brasil para distinguir um escritor cuja obra tenha contribuído para a projecção e reconhecimento da língua portuguesa, foi-lhe atribuído por unanimidade do júri reunido no Rio de Janeiro.

No ano passado, o galardão distinguiu o poeta brasileiro Ferreira Gullar e nos anos anteriores foi entregue ao cabo-verdiano Arménio Vieira (2009), ao brasileiro João Ubaldo Ribeiro (2008) e ao português António Lobo Antunes (2007).

Miguel Torga foi o vencedor da primeira edição do prémio, em 1989.

Diário de Notícias

Para saber mais:

RTP

Antena 1

PÚBLICO

O GLOBO

Relâmpago

Portal da Literatura

Vai ser reformulado?

Passos Coelho promete melhorar programa para a educação

Pedro Passos Coelho prometeu esta quinta-feira melhorar o programa eleitoral do PSD para a educação, referindo que este mereceu críticas do professor Santana Castilho, por quem disse ter “grande admiração”.

Em seguida, Santana Castilho aproveitou “a frontalidade” de Passos Coelho e fez um discurso de contestação do programa eleitoral do PSD para a educação, que comparou ao “programa do PS de má memória”.

Os dois falavam perante uma plateia de professores, num hotel de Lisboa, na apresentação do livro de Santana Castilho “O ensino passado a limpo”, editado pela Porto Editora, com prefácio escrito por Passos Coelho.

Passos Coelho falou primeiro e, referindo-se a Santana Castilho, declarou: “Sei que ele não ficou nada satisfeito com grande parte do programa eleitoral que o PSD apresentou na área da educação. Iremos melhorá-lo.”

O presidente do PSD defendeu que o sector da educação só pode ser reformado “de uma forma cooperante” com os professores.

()

Jornal de Notícias

quinta-feira, 12 de maio de 2011

quarta-feira, 11 de maio de 2011

São exigentes nas outras áreas?

Portugueses não são exigentes na educação, diz Marçal Grilo

10.05.2011 — 17:24 Por Lusa

Os portugueses não são exigentes, os pais não exigem das escolas nem dos filhos e os estudantes não exigem de si próprios nem dos estabelecimentos de ensino, defendeu hoje o ex-ministro Eduardo Marçal Grilo.

O ex-ministro da Educação, que falava no seminário “Participação dos Pais na Escola”, a decorrer hoje no Conselho Nacional de Educação (CNE), em Lisboa, afirmou que o povo português “protesta, mas não é verdadeiramente exigente nos locais próprios”.

“Os pais não são exigentes em relação aos filhos, os pais e filhos não são exigentes em relação à escola e não há exigência dos estudantes em relação a si próprios”, disse o actual administrador da Fundação Calouste Gulbenkian.

Marçal Grilo, como outros especialistas que participam no seminário, salientou a importância e necessidade de envolver os pais na vida da escola e dos alunos.

Apesar de reconhecer “a vida infernal de muitos pais”, Marçal Grilo não deixou de referir que “há muitos que não têm problemas de horários e não estão disponíveis” e, neste contexto, a escola “tem um papel importante na mobilização dos pais”.

E, quando existem problemas, o diálogo continuado entre pais e professores é fundamental para enfrentar as situações, apontou.

Para o ex-ministro, “os exemplos têm de vir de cima e pais e professores devem ser referência” para os mais jovens.

“Os professores têm de assumir-se como referência” para os alunos, disse ainda o especialista.