(...) No entanto, a maioria das escolas e sistemas escolares é demasiado complexa e, por conseguinte, é difícil controlar as coisas directamente. Por isso, voltamo-nos para a teoria do caminho-de-ferro à procura de ajuda. Esta teoria assume que podemos controlar a forma como as pessoas pensam e agem indirectamente através de uma padronização do trabalho que estas executam. Em vez de se basear na supervisão e hierarquia directas, a ênfase reside em antecipar todas as questões de ensino, aprendizagem, currículo, avaliação e gestão e os problemas que possam eventualmente surgir. Posteriormente, as respostas e soluções são desenvolvidas pelas altas autoridades, passando assim a constituir os trilhos que devem ser seguidos por todos os professores e por todas as escolas, para passar de um objectivo ou resultado para outro. Logo que estes trilhos são definidos, os professores e as escolas recebem formação para que possam seguir adequadamente esses percursos e são estabelecidos sistemas de verificação para garantir que esses trilhos são efectivamente seguidos. (...)Thomas Sergiovanni
Nota: Com a devida vénia ao José Matias Alves (Blogue Terrear- http://terrear.blogspot.com/)


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