Este é um espaço onde poderei dar conta das minhas reflexões, alegrias, inquietações e também das minhas indignações. Deixo claro que não hipotequei a minha liberdade a nenhum partido político. Tal como escreveu o ilustre escritor Miguel Torga, meu comprovinciano, «Não posso ter outro partido senão o da liberdade»...
Maria do Carmo Vieira quer dar uma reguada ao sistema de ensino português: através da Fundação Francisco Manuel dos Santos (presidida pelo sociólogo António Barreto), lançou esta semana o ensaio 'O ensino do Português'.
Sem pudor, a professora de Língua Portuguesa — já com 34 anos de experiência — dirige duras críticas ao baixo nível de exigência do actual sistema de ensino, aos professores, aos sucessivos Governos, às escolas. No dia em que arranca a primeira fase dos exames nacionais do ensino secundário, o SAPO foi ouvi-la.
No dia em que terminei a Formação sobre os novos Programas de Português do Ensino Básico, os quais era suposto serem aplicados já no próximo ano lectivo, mas entretanto o Governo mudou de opinião e adiou a sua entrada em vigor, chegou às bancas um livro que todos os Professores de Português deverão ler, pois é escrito por quem tem larga experiência no Ensino e possui uma característica que nem toda a gente tem: não tem medo de falar, de demonstrar a farsa que tem vindo a alastrar no Ensino do Português. Maria do Carmo Vieira é efectivamente uma Professora corajosa. A minha homenagem à autora. Conto começar a ler o livro este fim-de-semana e daquilo que achar mais relevante aqui darei conta.
Poesia em força. Nuno Júdice com “Para Escrever o Poema”, e Camões, com duas estrofes do Canto I dos Lusíadas, foram os autores escolhidos para o exame de Língua Portuguesa do 9.º ano, realizado esta manhã.
Novo livro da Fundação dirigida por António Barreto é uma reguada no ensino do português
Nos anos 1980, Maria do Carmo Vieira, formada em românicas, deixou de querer dar Francês. “Os textos passaram a ser só sobre queijos e cantores pirosos. A gramática era reduzida e o pretérito perfeito passou a ser considerado um conhecimento passivo, não era para ser ensinado”, conta ao i. Admite, perante o fumo, não ter havido uma mobilização maior da classe, que contribuiu para o estado do ensino. “Nós não acreditámos que isto havia de se concretizar e por isso deixámos andar”, lamenta. A leitura não é derrotista, mas um mea culpa com vontade de participar na solução.
Dedicou-se de corpo e alma ao Português ─ que ensina há 34 anos ─ e foi uma das mentoras do movimento contra o novo acordo ortográfico. Foi a experiência que motivou o convite do sociólogo António Barreto para assinar o primeiro de uma colecção de três de livros da Fundação Francisco Manuel dos Santos ─ criada no ano passado para aprofundar o conhecimento sobre o país. O ensaio “O Ensino do Português” chega hoje às bancas e é uma reguada à educação nacional e ao ensino da língua materna.
A cobrança de portagens nas SCUT está dependente da votação no Parlamento de um projeto de lei, que visa impedir a entrada em funcionamento, a 1 de julho, do sistema de cobranças através de chips nas matrículas.
EB1 de Várzea de Abrunhais foi vencedora do concurso mundial de escolas inovadoras
A escola do primeiro ciclo de Várzea de Abrunhais, tantas vezes apresentada como modelo nacional, vai fechar. No próximo ano lectivo, ficam às moscas as duas salas. Alunos e docentes mudam-se para o novo Centro Escolar de Lamego Sudeste.
Esta é apenas uma das 30 escolas do primeiro ciclo que vão fechar no concelho lamecense e uma das muitas dezenas em todo o distrito de Viseu. O Sindicato do Professores da Região Centro anda a fazer as contas e, escrutinados 12 dos 24 concelhos, já contabilizou 84, onde a algazarra da miudagem deixará de se ouvir.
Vencedora do Concurso Mundial de Escolas Inovadoras 2009, pelo trabalho de inovação pedagógica a partir das Tecnologias da Informação e Comunicação, a EB1 de Várzea deve ser uma das que mais meios informáticos possuem actualmente. Para além dos "Magalhães" de cada um dos 23 alunos, a escola possui mais nove de reserva, oito computadores de secretária e dois portáteis, para além de dois quadros interactivos com a Plataforma Camões que sincronizam com os computadores individuais dos alunos e rede de Internet sem fios. Ou seja, tudo muito à frente, numa aldeia do interior do país.
O Agrupamento de Escolas do Arco organiza este ano naquela vila uma Feira Medieval e Quinhentista, a qual terá lugar nos próximos dias 11 e 12 de Junho, com o programa que aqui divulgo.
Professores não sabem identificar aluno com necessidades especiais
06.06.2010 - 13:52 Por Samuel Silva
O uso da Classificação Internacional de Funcionalidade (CIF) como forma de avaliar os alunos com necessidades educativas especiais pode causar mais danos do que benefícios aos estudantes. O alerta é de Luís Miranda Correia e de Sónia Lavrador, investigadores do Instituto de Educação da Universidade do Minho, num estudo sobre a aplicação deste método para avaliar as crianças com necessidades educativas especiais permanentes.
Para Luís Miranda Correia, uma das principais vozes contra a aplicação da CIF nas escolas, esta “não passa de uma classificação sem qualquer mérito científico em educação, uma vez que não existe investigação fidedigna que aconselhe o seu uso”. Durante um ano, os investigadores acompanharam a aplicação da CIF junto de 21 inquiridos: sete professores do 1.º ciclo, sete da educação especial e sete psicólogos de sete escolas do distrito de Vila Real.
“O uso da CIF causa mais danos aos alunos do que lhes traz benefícios”, afirma Miranda Correia, depois de analisar os resultados. O autor defende que enquanto não existir investigação fidedigna que aconselhe o uso deste instrumento, ele não devia ser usado, considerando que o Ministério da Educação cometeu “um grave erro” ao aprovar a sua utilização.
No inquérito, foi pedido aos participantes que analisassem um caso de um aluno à luz da CIF ─ o caso é o mesmo que a tutela utilizou na formação de professores. Os resultados foram “díspares”, “consubstanciando uma heterogeneidade de posições que aparentam um comportamento aleatório quanto à escolha das opções”, revela.
Os dados “parecem levantar suspeitas sobre a credibilidade das respostas e sobre a inconsistência e inexperiência no que respeita aos saberes que levam a um processo eficaz de atendimento dos alunos”, diz o estudo: 66 por cento dos inquiridos entendem que a CIF não permite determinar a elegibilidade de um aluno para os serviços de educação especial; 75 por cento afirmam que este método não devia servir de base à elaboração do programa educativo especial para cada aluno com necessidades educativas especiais.
Mais de metade dos inquiridos diz não ter recebido formação sobre a utilização da CIF, apesar de mais de 75 por cento terem utilizado a classificação mais de 11 vezes nos dois últimos anos lectivos. Entre os agentes educativos que participaram no estudo, 43 por cento consideram o instrumento eficaz e pouco confuso, embora para 71 por cento este seja subjectivo.
Em Janeiro de 2008, o ministério alterou a forma como os serviços de educação especial eram prestados. Esta foi alvo de críticas de professores, especialistas e associações de pais, especialmente devido à utilização da CIF ─ criada por Rune J. Simeonsson e adoptada pela Organização Mundial de Saúde ─ como base para a avaliação dos alunos que devem ser incluídos no ensino especial e também como instrumento para a elaboração dos seus planos educativos.
No início do ano passado, o ministério encomendou uma avaliação externa à aplicação da CIF ─ que ainda não está concluída ─, convidando Rune J. Simeonsson e Manuela Sanches Ferreira, da Universidade do Porto, para a coordenar. Contactada, Manuela Sanches Ferreira não comenta o estudo do Minho.
Fonte:PÚBLICO
Comentário:
Mais uma das belas “reformas” do Governo Sócrates e de Maria de Lurdes Rodrigues…
Escritor estava a avançar no projecto literário que mais o seduziu durante a vida. Um livro sobre a Revolução de 1383/85, a recriação histórica ao gosto dos escritos que lhe deram fama
É com voz embargada que o editor de grande parte da obra do escritor João Aguiar revela ao DN que ficará por publicar o livro em que o autor estava empenhado nos últimos tempos. Manuel Valente, que o editou na D. Quixote, na ASA e na Porto Editora, ainda trocou vária correspondência electrónica com João Aguiar, que o questionava sobre propostas de título para o desejado romance histórico sobre a Revolução de 1383/85. Mas a morte acontecida ontem, após luta contra um cancro, impossibilita a grande maioria dos seus leitores adultos de voltar a ler a escrita que mais apreciavam nele, a do romance histórico.
Pouco terá redigido deste novo livro, para além das notas resultantes da investigação preparatória, desde que avançou para a tão polémica revolução popular. Este era um género em que João Aguiar se sentia tão à vontade que, por altura do lançamento do seu penúltimo livro, O Priorado do Cifrão, dissera ao DN: "Não sou o Papa do romance histórico." Não era verdade, pois retomara um género que possuía bons exemplos na literatura nacional mas que ganhou novo fôlego quando lançou em 1984 A Voz dos Deuses, uma surpreendente ficção sobre Viriato, que se antecipava à vaga de livros históricos que caracterizaram esta primeira década do terceiro milénio.
A partir daí, e mesmo que não o quisesse, ficou colado a este género literário com títulos de grande sucesso como O Trono do Altíssimo; A Hora de Sertório e a peça Inês de Portugal.
Sobre a sua identificação com o romance histórico, João Aguiar referia na entrevista ao DN o seguinte: "É um género de que gosto muito, e o meu próximo romance vai ser outra vez histórico." Justificava as suas incursões noutros géneros assim: "Desde o princípio decidi que não queria ser previsível e que não iria explorar filões (...) só porque tive a sorte de o primeiro livro ter sido um êxito." O seu interesse na História de Portugal era tão grande que também sonhava fazer uma biografia do rei D. João III.
João Casimiro Namorado de Aguiar nasceu a 28 de Outubro de 1943, em Moçambique. A sua infância foi dividida com Lisboa e diz a biografia que para o manter sossegado na cama durante um longo período de doença a mãe o ensinou a ler e que de leitor interessado passou rapidamente a aspirante a escritor. Aos oito anos tentou ditar um livro de aventuras à irmã, mas o sentido crítico dela arrasou-lhe as pretensões.
Licenciou-se em Jornalismo pela Universidade Livre de Bruxelas e iniciou-se na RTP, em 1963. Seguem-se vários jornais, o Diário de Notícias foi um deles.
É uma barreira-chave, a do milhão de euros em leilão, apontando um novo paradigma de mercado para os artistas que a ultrapassam: a pintura Ode à l’Hiver ― ou Ode ao Inverno ― de Maria Helena Vieira da Silva (1908-1992) ultrapassou essa barreira em noventa e cinco mil euros num leilão da Sotheby’s de Paris na quarta-feira.
Temos de concordar com as observações expostas neste artigo por António José Seguro. Mas temos de fazer uma pergunta: o autor deste artigo não é do PS, não é deputado? Então por que não utiliza as suas ideias para fazer propostas na Assembleia da República? Também já percebemos que Seguro se prepara para suceder a José Sócrates. Querem evidências do que afirmo? A entrevista publicada pelo Expresso na semana passada dissipa quaisquer dúvidas. E se vos disser que Seguro esteve em Cabeceiras de Basto recentemente, à conversa com o presidente da Câmara Municipal? Terá vindo visitar um amigo… que é o presidente da distrital de Braga do Partido Socialista!... A liderança do partido é conquistada pouco a pouco. António José Seguro saberá bem como se faz. Entretanto vai conhecendo o terreno!…
O sistema educativo português tem assistido, nas últimas duas décadas, ao aparecimento de medidas de política educativa cuja agenda reformista tem dado importância crescente às dimensões da gestão e da liderança escolares. Ao longo deste percurso marcado por ensaios e reajustamentos morfológicos nos órgãos de gestão, denota-se uma valorização crescente do papel das lideranças no desenvolvimento da autonomia das escolas. Percepcionada politicamente como uma solução óptima para a resolução dos problemas da indisciplina, do abandono e do insucesso, a liderança emerge paulatinamente como uma variável de controlo da excelência escolar, ao arrepio de uma cultura de gestão colegial historicamente enraizada nas escolas portuguesas. Apesar de serem claras as influências de inspiração neoliberal na forma como se reduz a realidade educativa a indicadores de natureza gerencialista, é interessante, mesmo assim, problematizar a natureza da relação entre os estilos de liderança e gestão e os resultados escolares e o seu impacto no desenvolvimento democrático da escola. Partindo da análise crítica aos Relatórios de Avaliação Externa das Escolas, elegemos como objectivo central deste texto a discussão dos significados conferidos a uma “boa liderança”, a uma “boa organização e administração escolar” e à sua eventual relação com os resultados escolares, de modo a compreendermos quais as tensões que este processo avaliativo comporta no plano das configurações e das práticas organizacionais das diferentes escolas-objecto. Interrogamo-nos se este processo não constituirá uma espécie de “missionarismo gestionário”, que subverte as lógicas de decisão autónoma e democrática das escolas.
O presente texto procura debater criticamente os sentidos da relação entre os processos de liderança, os modos de organização e gestão e os resultados escolares, partindo de um enfoque cultural e simbólico. Os espaços-tempos de desenvolvimento da gestão e da liderança são perspectivados enquanto loci de produção e reprodução de cultura e, nesta óptica, relevam-se como instâncias de regulação cultural e simbólica. Tentaremos explorar esta problemática a partir da análise dos Relatórios de Avaliação Externa das Escolas, relativos aos anos de 2006, 2007 e 2008, fazendo convergir a nossa reflexão para a discussão das seguintes questões orientadoras:
i)Haverá alguma relação entre a liderança, a gestão e os resultados escolares?
ii)Qual a matriz dominante de “boa liderança” e de “boa organização e gestão escolar” na óptica dos avaliadores?
iii)Que tipo de tensões poderá comportar a avaliação externa no plano das configurações e das práticas organizacionais das diferentes escolas-objecto?
iv)Que repercussões poderão resultar do processo de avaliação externa das escolas ao nível do seu desenvolvimento democrático?
À saída do debate quinzenal no Parlamento, o primeiro-ministro, José Sócrates, disse aos jornalistas: «Não, as únicas medidas que podem haver são aquelas medidas que são previstas no Plano de Estabilidade e Crescimento.»
EditorialDepois de ter demorado demasiado tempo a perceber que o mundo tinha mudado, o Governo continua a fazer uma avaliação desfasada da realidade e reage em vez de agir
Uma estratégia errada
Desde que começou a anunciar medidas de austeridade para combater a crise, o Governo dá mostras de continuar a não compreender a situação muito difícil em que o país se encontra, apesar de os sinais virem de toda a parte. E por isso anuncia aumento de impostos, que primeiro é para vigorarem ano e meio, e agora já é claro que se vão manter pelo menos até 2013. E por isso anuncia o PEC1, depois o PEC2 e, no momento em que este é aprovado na Assembleia da República, o ministro das Finanças diz esperar que este seja o último aumento de impostos ― mas não o garante. E não garante porque o ministro sabe que Bruxelas considera as medidas para 2010 suficientes, mas prevê que para 2011 vai ser necessário tomar mais decisões. E não garante porque as crescentes dificuldades de acesso ao crédito e a subida exponencial do seu custo por parte da República e da banca portuguesa estão a dar gás aos rumores de que acabaremos por ter de recorrer ao megafundo financeiro que a União Europeia e o Fundo Monetário Internacional constituíram para defender os Estados-membros da UE sob ataque dos mercados ─ e se recorrermos a esse megafundo vamos ter de aceitar novas medidas impostas pelo FMI. E não garante porque o ministro sabe que a venda da Cimpor a brasileiros, ou da Vivo a espanhóis, ou a entrada de investidores angolanos no BPI, no BCP e na Zon é o resultado precisamente da fragilidade da economia portuguesa e da descapitalização e endividamento dos empresários nacionais.
Estamos na fase de vender os anéis. Mas não é seguro que, depois dos anéis, não tenhamos de cortar alguns dedos. E se não encontrarmos maneira de fazer crescer a economia, nem o corte de todos os dedos chegará.
Tal como já aconteceu nos meios editoriais em Espanha e em França, um grupo de editoras brasileiras anunciou ontem que criou uma plataforma de distribuição para conteúdos digitais. A editora Objetiva, o grupo editorial Record, a editora Sextante, a editora Intrínseca e a Rocco associaram-se e criaram a empresa Distribuidora de Livros Digitais (DLD), noticiou hoje o jornal “O Globo”.
Teixeira dos Santos assume retroactividade do aumento de impostos
02.06.2010 - 19:23 Por Nuno Simas
O ministro das Finanças admitiu hoje a retroactividade do aumento do impostos, afirmando que “o futuro do país” e o estado de crise o justificam. Foi no debate, no Parlamento, sobre o plano de austeridade, incluindo o aumento de impostos, acordado entre o Governo e o PSD de Pedro Passos Coelho.
“É por estar em causa a economia, o emprego e o futuro de todos nós que temos que avançar com estas medidas e este é um valor que se sobrepõe ao princípio da retroatividade que é um princípio protegido na Constituição mas não é um princípio absoluto que se sobreponha ao bem público e ao carácter imprescindível e de emergência”, disse Teixeira dos Santos, em resposta a uma pergunta da deputada do CDS Assunção Cristas.
O governante afirmou que a proposta do CDS de impedir os efeitos retroactivos dos aumentos seria impraticável.
O processo de reorganização da rede escolar do Governo socialista conta encerrar 900 escolas. Em Setembro 500 já não voltam a abrir as portas.
Lusa
16:43 Terça-feira, 1 de Junho de 2010
A ministra da Educação afirmou hoje que no final do processo de reorganização da rede escolar mais de 900 escolas básicas com menos de 21 alunos poderão encerrar, abrangendo um universo máximo de 15 mil crianças.
“No final do processo [de reorganização] da rede escolar, deverão estar cerca de 900 escolas encerradas, mas este universo só corresponde a 3,5 por cento das crianças que frequentam o primeiro ciclo”, declarou Isabel Alçada, em conferência de imprensa.
Falando no final do Conselho de Ministros, que aprovou a resolução para o encerramento das escolas públicas do primeiro ciclo do ensino básico com menos de 21 alunos, Isabel Alçada defendeu que estão em situação de iminente transferência de estabelecimento de ensino “muito poucas crianças”.
3,5% do primeiro ciclo
“Ao falar-se em 900 escolas, o número parece elevado. Mas estamos a falar de 3,5 por cento do universo do primeiro ciclo, que rondará as 400 mil crianças (cerca de cem mil por ano de escolaridade)”, observou a titular da pasta da Educação.
Na conferência de imprensa, a ministra da Educação disse já ter acordo com as autarquias para o encerramento imediato de cerca de 400 escolas.
“Mas há mais escolas em que é provável também esse mesmo acordo, o que poderá elevar o número a mais de 500 escolas este ano”, acrescentou.
Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico