domingo, 12 de setembro de 2010

Soube pela Imprensa que a mulher é prostituta

Mike Wethearley, um deputado britânico, descobriu pela Imprensa que a sua mulher é prostituta. A história foi investigada e publicada recentemente. Com direito a fotos (de câmara oculta) de um striptease.


Continua…

► Jornal de Notícias

Quem disse que a escravatura já tinha acabado em Portugal?

Relatório da OCDE

Alunos e professores portugueses têm mais tempo de aulas

09.09.2010 — 08:35 Por Clara Viana

Com a Coreia do Sul, Portugal é o país com maior diferença de salários entre um professor em início de carreira e outro que atingiu o topo.

Por ano, os alunos portugueses entre os 7 e os 14 anos têm um maior número obrigatório de horas de aulas do que a média dos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), mas a percentagem deste tempo que se encontra destinada à aprendizagem da leitura, expressão escrita, matemática e ciências está abaixo da do conjunto dos 32 Estados que pertencem àquela organização, revela o relatório sobre o estado da Educação — Education at Glance — divulgado terça-feira pela OCDE. Na edição deste ano, que tem como base dados de 2008, a OCDE privilegiou a aposta no ensino superior, salientando que mais formação poderá ser um antídoto contra o desemprego e baixos salários.

A maior diferença no número obrigatório de horas de aulas situa-se no grupo dos 7 aos 8 anos. Em Portugal tinham 855, enquanto a média dos países da OCDE era 759. Entre os 9 e os 11, este número passou por cá para 849 (802 na OCDE), nos 12 a 14 anos era de 800 (886 OCDE). Só aos 15 anos é que esta tendência se inverte, com a média na OCDE a ir às 902 horas e em Portugal a situar-se nas 872.

Entre os 12 e os 14 anos, do tempo obrigatório de aulas, 34 por cento é dedicado em Portugal ao ensino da língua portuguesa, matemática e ciência, quando no conjunto dos países da OCDE esta fatia se situa nos 41 por cento. Entre os 9 e os 11 anos, esta diferença é de quatro pontos, mas a percentagem de tempo consagrado a estas matérias é maior em ambos os casos — 44 por cento em Portugal, 48 na média da OCDE.

Dos países da organização, Portugal é, com a Coreia do Sul, aquele em que existe uma maior diferença entre os salários dos professores em início da carreira e aqueles que atingiram o escalão máximo, que ganham duas vezes e meia mais. À excepção dos docentes que atingem o topo da carreira, o vencimento anual dos outros professores estava abaixo da média da OCDE. Em 2008, no ensino público português um professor em início de carreira ganhou 19.033 euros, quando a média na OCDE foi de 25.417. No topo o seu vencimento anual chegou aos 48.864 euros (42.163 na OCDE). Um docente com 15 anos de carreira auferiu, em 2008, um vencimento anual de 31.157 euros (36.812 na OCDE).

No conjunto dos países da organização, os docentes tendem a ganhar menos do que outros profissionais com as mesmas qualificações. Em média, o número de horas de aulas que um professor deu por ano diminuiu entre 1996 e 2008, mas em Portugal registou-se o contrário. No ensino primário de 783 horas passou-se para 855 (786 na OCDE) e no ensino secundário de 574 para 752 (661 na OCDE).

►PÚBLICO

Ministra da Educação afasta a hipótese de avançar com uma revisão curricular

Nesta entrevista dada em exclusivo ao Jornal de Notícias, Isabel Vilar afasta a hipótese de avançar com uma revisão curricular, depois de o próprio Ministério da Educação ter anunciado que a mesma estava a ser pensada…

Isabel Alçada admite que mais escolas poderão fechar

Alexandra Inácio

O próximo ano lectivo pode começar como este — marcado pelo encerramento de mais escolas de 1.º ciclo. Ontem, sábado, ao JN, a ministra da Educação admitiu essa possibilidade ao defender que o reordenamento da rede é um processo contínuo e inacabado.

Amanhã, segunda-feira, é o último dia do calendário para o arranque do ano. Isabel Alçada afasta a hipótese de avançar com uma revisão curricular, como chegou a anunciar em Dezembro de 2009, mas admite ajustamentos em algumas áreas disciplinares.

Que metas tem para este ano lectivo?

Temos duas grandes metas, além do que está previsto no programa do Governo: investir na escolaridade até aos 12 anos de todos os jovens, de modo a evitar a desistência, e melhorar os resultados escolares, sobretudo ao nível da aquisição das competências básicas. Vamos incidir muito declaradamente na Língua Portuguesa e na Matemática, ensino que precisamos aprofundar desde o 1º ciclo até ao 12º.

De que forma vai fazer esse aprofundamento?

Este ano teremos as metas de aprendizagem, que esperamos sirvam de referência para o desenvolvimento das actividades, tornando mais claras as etapas do percurso educativo.

E a aplicação das metas é suficiente para atingir os objectivos que traçou — melhoria dos resultados escolares e redução do abandono?

São mais um instrumento. Um referencial que pode ajudar os professores. As metas devem ser disponibilizadas durante este mês e vão ser testadas, durante este ano, por algumas escolas, com acompanhamento da equipa técnica. Esse acompanhamento destina-se a verificar se estão adequadas e introduzir eventuais ajustamentos. Naturalmente, os resultados dos alunos decorrem do trabalho nas salas de aula, acompanhados pela atenção e competência dos professores. Além disso existem outros recursos, como o estudo acompanhado. Não há soluções únicas para se atingir melhorias.

Definidas as metas do pré-escolar ao 9.º ano do ensino básico, pondera avançar com uma revisão curricular?

As metas são um primeiro passo no quadro curricular. Estamos a trabalhar na área do currículo e poderão decorrer da aplicação das próprias metas alguns ajustamentos na grelha horária no conjunto das áreas disciplinares e não disciplinares. Vamos ver se será possível termos uma alteração, mas não avançaremos nunca sem dialogar com os parceiros, nomeadamente com o Conselho Nacional de Educação e o Conselho de Escolas, que estão a analisar essa questão.

Espera uma adesão expressiva por parte das escolas?

Espero que os professores as usem como referencial.

Este arranque de ano está a ser marcado pela rejeição de alguns autarcas em fechar escolas. Vão fechar as 701 previstas ou poderá aceitar a manutenção de alguns desses estabelecimentos?

Vão fechar as que tinham sido anunciadas.

Como pensa convencer esses autarcas e os pais que apresentaram providências cautelares?

Tem havido um trabalho com o Conselho de Escolas e o Ministério da Educação celebrou protocolos com a Associação Nacional dos Municípios. Além disso, as direcções regionais de educação desenvolveram um trabalho, no terreno, com as 278 câmaras e as direcções das escolas. Foi um trabalho de minúcia, feito com cuidado. Essas 701 escolas não oferecem as condições de ensino que desejamos para todos os alunos.

Quantos centros escolares abriram neste arranque de ano?

Aproximadamente 112 e estimamos que, ainda este ano lectivo, se atinja um total de 333 novos centros. Temos ainda aprovados 566 projectos.

Isso significa que no próximo ano haverá mais fechos?

O reordenamento nunca está encerrado. Há sempre ajustamentos. É um processo contínuo.

E quanto à fusão de agrupamentos, tem alguma meta para o próximo ano lectivo?

Não temos uma meta definida. A agregação de agrupamentos permite melhorar o sistema em alguns domínios, como na eficiência dos serviços financeiros, no estreitar do relacionamento com o ministério face à comunicação de informações, como matrículas, e permitindo o acompanhamento do percurso escolar do aluno.

O processo vai implicar a revisão da lei de gestão escolar?

Não. Nem o reordenamento da rede, nem a agregação implicam alterações de quadro legal.

Os professores podem completar horários dando aulas nas várias escolas do agrupamento?

Não há nenhuma alteração sobre isso.

Quais os objectivos da comissão para a optimização dos recursos educativos?

Analisar cuidadosamente a forma como o ministério usa os recursos financeiros. O que pretendemos é optimizar. O importante é trabalhar na monitorização permanente, de modo a não existirem desperdícios.

Já recebeu as propostas para o Orçamento de Estado que o grupo de trabalho, coordenado pelo Ministério das Finanças, ficou de entregar até 31 de Agosto?

Ainda não tenho esses dados.

► Jornal de Notícias [12.09.2010]

Pais do Baixo Barroso desafiam Governo

A Associação de Pais/Encarregados de Educação do "extinto" Agrupamento de Escolas do Baixo Barroso, emitiu um comunicado, dando conta da atitude dos Pais/ Encarregados de Educação, inconformados com a falta de sensibilidade do Ministério da Educação.

Pelo segundo dia consecutivo, os pais dos alunos do extinto Agrupamento de Escolas do Baixo Barroso – Montalegre, mantêm-se firmes em relação à tomada de decisão do dia 8 de Setembro de 2010. É uma adesão em massa com mais de 99% dos alunos em casa, as salas vazias e os professores esperando.

Hoje dia nove os autocarros continuam a chegar vazios, convém referir que é uma zona isolada, onde a deslocação se faz cerca de 100% em transportes escolares para as respectivas escolas.

Após a reportagem feita, ontem, pela TVI e que foi dada a conhecer ao país através do “jornal da uma”, nota-se que há alguém a tentar controlar a comunicação social e a não querer que o país conheça a verdadeira realidade, pois o jornal da noite já não lhe deu importância.

Os pais dos alunos que frequentam estas escolas têm fortes razões para reivindicarem e pedirem auxílio para a grande injustiça que estão a fazer com os seus filhos, senão vejamos:

● Como é possível estar já a passar para a agregação das duas principais escolas se ainda não há concentração das escolas mais pequenas (menos de 20 alunos), isto é os alunos do pré-escolar e 1º ciclo ainda estão dispersos, nesta vasta área, por 6 escolas do 1º ciclo e 4 Jardim e sem perspectivas de ser feita brevemente. Há escolas de pequena concentração que com esta reorganização passam a distar da escola com direcção 61Km, se a isto juntarmos a ida e volta serão 122km, o que demorará no mínimo 2 hora de viagem;

● Como é possível uma escola eb1 ser gerida a 61km ou a escola Básica e Secundária do Baixo Barroso a 40Km, quando todos sabemos que a ausência de uma direcção de proximidade dificulta a promoção das aprendizagens, contribui para o aumento do insucesso e abandono escolar, bem como da indisciplina coisa que no extinto agrupamento não existia. Assim o diz o estudo realizado pela DECO.

● Como é possível dizer-se que a razão da reorganização é obrigatoriedade do ensino até ao 12º ano, se a nossa escola já possui secundário e com muito bom aproveitamento, basta para isso consultar dados estatísticos dos últimos 4 anos;

● Como é possível, com estas distâncias, fazer um acompanhamento mais individualizado de questões pedagógicas mais sensíveis. Nós que por cá andamos e conhecemos a realidade, sabemos que não há dinheiro para deslocações, logo, vão sendo adiados os respectivos apoios e quem perde são os nossos filhos.

● Como é possível, no caso dos professores e para tratarem de assuntos do ensino dos nossos filhos, reunirem-se os órgãos intermédios do novo Agrupamento quando cerca de 40% está a uma distância que se situa entre os 40 e 60Km só de ida. Quem paga estas deslocações?

● Como é possível, os professores que não têm carro próprio nem têm carta de condução comparecerem em reuniões a esta distância em horário pós laboral, numa zona onde nem em horário laboral há transportes públicos e onde os professores da Vila acham que não lhes pertence a eles deslocarem. A Direcção como está na Vila indirectamente até apoia.

Em suma estas razões fazem com que segunda-feira dia 13 de Setembro e dias seguintes, os pais mantenham firme a decisão que tomaram se o Ministério não retroceder na sua decisão.

A Associação de Pais/Encarregados de Educação

OPINIÃO > Baptista-Bastos: «História de um grande português»

sábado, 11 de setembro de 2010

«Sílvio Domador de Caracóis», novo livro de Francisco Mangas

“Quando for grande, quero ser

domador de caracóis.

É muito perigoso

— diz a mãe.

E pastor de libelinhas?

As libelinhas pastam na frescura do rio.

Sabes nadar sobre a água?

— diz a mãe.

Serei médico das árvores, é mais seguro.

Onde fica o coração das árvores?

— diz a mãe.

Vou aprender a arte de colecionar nuvens.

Choram muito...

— diz a mãe. (...)”

Estas são as primeiras páginas do livro “Sílvio Domador de Caracóis”, escrito por Francisco Duarte Mangas e ilustrado por Madalena Moniz, uma edição da Caminho.

Metas, o elixir do sucesso escolar?

Professores preferiam revisão curricular à definição de metas

Alexandra Inácio

As metas de aprendizagem do pré-escolar ao 9.º ano devem ser disponibilizadas dia 15. O instrumento, que será aplicado por algumas escolas, é uma novidade deste ano lectivo. Os docentes preferiam uma revisão curricular e o reordenamento de ciclos de ensino.

O número de escolas que irá usar as metas durante este ano lectivo “ainda não está, completamente fixado”, garantiu ao JN Natércio Afonso, coordenador do projecto. O Ministério da Educação (ME) vai convidar as escolas a aderirem à sua aplicação e espera receptividade. O “instrumento pretende ser um contributo para a melhoria dos resultados escolares”, de modo a que o país descole da cauda da Europa, mas os professores manifestam cepticismo quanto à eficácia da medida e preferiam uma reforma mais profunda do sistema.

“Ainda mais num momento de alargamento da escolaridade, era isso que devia ser feito: repensar o sistema e reorganizá-lo de acordo com essa nova exigência. Isso é que é prioritário”, sublinha ao JN o secretário-geral da Fenprof. Mário Nogueira admite que os programas estão “desadequados”, mas receia que a definição de metas sem uma ampla revisão curricular se resuma a “um ‘simplex’ programático”, que contribuirá não para a melhoria das aprendizagens, mas para a diminuição do nível de exigência no ensino.

Paulo Guinote, autor do blogue “A Educação do meu Umbigo”, também teme que as metas sejam uma medida meramente “cosmética”. Das duas uma, sublinha: ou serão uma repetição dos objectivos já traçados no currículo nacional do Ensino Básico ou uma espécie de “programa mínimo”. Para já, o projecto “não passa de uma grande incógnita”, insiste o líder da FNE, João Dias da Silva, que também defende como prioritária a revisão curricular.

Já para o presidente da Associação Nacional de Directores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP) o reforço da autonomia das escolas é a auto-estrada que deve ser aberta para o país inverter os maus resultados.

“O poder tem de passar da 5 de Outubro e das direcções regionais de Educação para as escolas”, sendo essa passagem acompanhada de transferência de meios físicos e humanos, sustenta a instituição.

A qualidade do ensino deixou de ser garantida só pelos professores e as escolas “precisam de outros serviços” e técnicos, sobretudo para resolverem problemas sociais. Só assim se combaterá o abandono e o insucesso, considera Adalmiro Botelho da Fonseca.

Sobre as metas, reconhece a utilidade do instrumento, mas defende que devem poder ser adaptadas à realidade de cada estabelecimento. “Os problemas pedagógicos não podem ser resolvidos de forma geral, a partir de Lisboa”.

O ME acredita que o instrumento constituirá uma alavanca para a melhoria dos resultados dos alunos. Claro que esse “processo não será automático”, admite Natércio Afonso. “Os professores vão ter de as usar e usar bem”; a “expectativa é que sintam mesmo a sua falta”, sublinha o professor da Universidade de Lisboa, para quem a aplicação “nunca poderá ser obrigatória, mas sempre voluntária”.

As metas de aprendizagem para todas as áreas e disciplinas do pré-escolar ao 9.º ano do Ensino Básico vão ser disponibilizadas a partir de próximo dia 15, na página electrónica da Direcção-Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular. Durante o próximo ano lectivo, a equipa de Natércio Afonso definirá as metas para o Ensino Secundário, que serão aplicadas em 2011-2012.

► Jornal de Notícias

Comentário:

Esta passagem deixa-nos perplexos:

“O ME acredita que o instrumento constituirá uma alavanca para a melhoria dos resultados dos alunos. Claro que esse “processo não será automático”, admite Natércio Afonso. “Os professores vão ter de as usar e usar bem”; a “expectativa é que sintam mesmo a sua falta”, sublinha o professor da Universidade de Lisboa, para quem a aplicação “nunca poderá ser obrigatória, mas sempre voluntária”. “

Se “os professores vão ter de as usar”, por que razão a aplicação “nunca poderá ser obrigatória, mas sempre voluntária”?

Por mais voltas que dê, não percebo o alcance das afirmações de Natércio Afonso. Então depois de ter sido criado o elixir do sucesso escolar, o mesmo não deverá ser de aplicação obrigatória em todas as escolas?

Esclareça esta aparente contradição quem for capaz…

MÚSICA > Phil Collins: «Another Day in Paradise»


sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Como o ME comete ilegalidades — horário de trabalho dos relatores

Não pode o ME utilizar e estabelecer normas que se contradizem, pois pode parecer que actua de má-fé.
Documentos necessários à análise realizada e apresentados de forma hierarquizada:

► ECD, Decreto-Lei n.º 75/2010, de 23 de Junho (versão republicada Ad duo com índice de atalho);

► ADD, Decreto Regulamentar n.º 2/2010, de 23 de Junho;

► Organização do Ano, Despacho n.º 11120-B/2010, Diário da República, 2.ª série — N.º 129 — 6 de Julho de 2010;

► Informação DGRHE, Orientações relativas ao disposto no Despacho n.º 11120-B/2010, de 6 de Julho Organização do Ano Escolar, de 26 de Julho.

A maioria das escolas/ agrupamentos (ou todas) estão a utilizar as horas do art.º 79.º e da componente não lectiva de trabalho de estabelecimento para o desempenho do cargo de relator no processo de Avaliação de Desempenho Docente – é ilegal.

Continua…

► Ad duo

Governo em campanha alegre?

Ministra da Educação lança campanha «Secundário para todos» em Lagoa

A ministra da Educação, Isabel Alçada, vai apresentar amanhã, sábado, 11, em Lagoa, no Algarve, a nova campanha da Agência Nacional para a Qualificação, «Secundário para Todos».

A governante abre a sessão «Qualificar Portugal: Secundário para Todos», que será encerrada pela ministra do Trabalho e da Solidariedade Social, Maria Helena André, e decorre no Centro de Congressos do Arade, a partir das 11:00 horas.

A iniciativa é organizada pela Agência Nacional para a Qualificação (ANQ) e terá um momento de entrega de diplomas a formandos que concluíram o ensino secundário ou completaram uma certificação profissional através da iniciativa Novas Oportunidades.

Durante a sessão será apresentada a campanha «Secundário para Todos», que pretende promover o 12.º ano como patamar mínimo de escolaridade para todos, “concretizando assim a meta de prolongar a escolaridade obrigatória até aos 18 anos”, refere o Ministério da Educação em comunicado.

Fonte

Brasileiros navegam cada vez mais na Internet

Já são mais de 67 milhões de pessoas ligadas

Brasil duplicou o número de internautas em quatro anos

09.09.2010 — 16:01

Em 2005 eram 31,9 milhões de pessoas com dez ou mais anos aquelas que diziam usar a Internet. De lá para cá, até à última semana de Setembro de 2009 — altura da publicação do mais recente relatório do Instituto de Geografia e Estatística — ligaram-se mais do dobro das pessoas até se alcançar o total actual [de 2009] de 67,9 milhões.

O sudeste do país — onde se localizam as cidades de São Paulo e Rio de Janeiro — continua a ser a mais “ligada”, com 48,1% de utilizadores. Em 2005 eram “apenas” 26,2 por cento. Os avanços no norte e nordeste do país são dignos de nota, alcançando actualmente 34,3% e 30,2%, respectivamente, face aos 12% e 11,9% de há quatro anos atrás, indica o “El Mundo”.

Apesar de os mais jovens estarem mais presentes online, as pessoas com 50 ou mais anos tem, porém, entrado em força na Internet: esta faixa etária registou um aumento de 138% na sua presença online entre 2005 e 2009.

O estudo oficial indica igualmente que cada vez mais casas estão ligadas à Internet, embora a um ritmo mais lento: em 2009 existiam já 16 milhões de casas ligadas à Net, o que representa um ligeiro aumento de mais de três por cento em relação a 2005.

► PÚBLICO

O que virá a seguir?!...

Alçada defende investimento no secundário recordando evolução no número de alunos

10.09.2010 — 15:41 Por Lusa

A ministra da Educação defendeu hoje o investimento no ensino secundário recordando a evolução verificada no número de alunos nas últimas décadas neste nível de ensino, que cresceu de 13.000 estudantes nos anos 60 para 300. 000 actualmente.

“Nos anos 60 a taxa de escolarização do ensino secundário era 1,3 por cento, num total de apenas 13.000 alunos. No ano lectivo de 74/75 tinha subido para 8,1 por cento, com uma frequência de 86.000 alunos. Em 2007 a percentagem de jovens entre os 15 e os 19 anos era já de 81 por cento”, afirmou Isabel Alçada, referindo que hoje são mais de 300.000 os jovens que frequentam escolas secundárias, o que coloca Portugal “pela primeira vez na média dos países da OCDE em relação a este indicador”.

“A escola teve naturalmente de acompanhar esta expansão e acompanhou em quantidade e qualidade, de que as escolas secundárias da nossa época hoje dão testemunho e de que esta escola é um assinalável exemplo”, disse a ministra durante a cerimónia de inauguração das instalações requalificadas da Escola Secundária Pedro Nunes, em Lisboa, um dos antigos liceus históricos da cidade.

A ministra fez questão de “prestar homenagem” ao trabalho desenvolvido pela empresa Parque Escolar, numa manifestação de apoio público à administração liderada por Sintra Nunes, em que foi acompanhada pelo primeiro-ministro, José Sócrates.

O presidente da Câmara de Lisboa, António Costa, defendeu, por seu lado, o investimento nas escolas da capital como factor de captação de população jovem.

“Lisboa perdeu 400.000 habitantes em quatro décadas. Não há nenhum município onde a taxa de desertificação fosse maior. Se queremos revitalizar Lisboa temos de investir cada vez mais nas escolas”, sustentou.

O autarca sublinhou que o ano lectivo em Lisboa ficou marcado pela abertura de cinco novos jardins-de-infância, três novas escolas do 1.º Ciclo e a reconstrução de três secundárias.

À cerimónia de inauguração da nova Pedro Nunes compareceram antigos alunos como Maria Barroso e Marcelo Rebelo de Sousa.

Outros testemunhos foram exibidos num vídeo em que Pinto Balsemão recordou, com satisfação, um erro administrativo que o colocou numa turma de raparigas — numa altura em não havia turmas mistas.

Presente na cerimónia esteve ainda o novo presidente do Conselho das Escolas, Manuel Esperança, que considerou “da maior importância” o programa de modernização levado a cabo pela Parque Escolar e fez votos de que o investimento se traduza “numa real melhoria da escola pública”.

► PÚBLICO

Dispara a despesa com o transporte escolar

O David Azevedo, editor do Ensino Básico, fez contas sobre o aumento da despesa em transportes escolares no município de Peso da Régua e concluiu:

Perguntem à Câmara da Régua se gostou de pagar 1milhão e 75 mil euros devido à reorganização dos agrupamentos. Seis autocarros custaram 900 mil euros e o custo da manutenção da frota é de 350 mil euros anuais, comparticipado em 50% pelo Governo.

A 13 de Setembro entram em funcionamento os dois novos edifícios, instalados na Régua e em Godim, que vão acolher os cerca de 800 alunos do primeiro ciclo do ensino básico do concelho. Com esta medida, prevista na carta educativa elaborada em 2007, encerram as últimas 13 escolas primárias do Peso da Régua.

Multipliquem estes milhões pelas dezenas de Autarquias que tiveram de reforçar os Meios de Transporte Escolar, e percebem que a despesa em transportes subiu várias dezenas de milhões de Euros.

Por sua vez. Luís Costa, editor do DaNação fez também contas ao Plano Tecnológico da Educação e concluiu aquilo que todos sabemos: os socialistas são uns despesistas: gastam onde não é preciso e cortam onde não devem:

Resta-me acrescentar que, apenas com os 75 milhões de euros aqui referidos, o Estado poderia ter investido cerca de 107 000 euros em cada uma das “700” escolas encerradas, evitando assim desgraçar, como está a desgraçar, as aldeias mais pobres e mais isoladas do país. E isto é apenas a conta feita a este dinheiro mais fresco! Se juntássemos a este bolo os muitos milhões que custaram os centros escolares feitos à custa da hemorragia do mundo rural... Se juntássemos a este bolo as verbas que vão ser gastas no transporte dos alunos deslocados… Parafraseando a senhora ministra, haveria ou não haveria “condições para melhorar as condições” de ensino nas pequenas escolas?

► via ProfBlog

Nem Santo Onofre lhes vale…

“Sempre considerei fundamental o dia em que se recebe os alunos e os seus encarregados de Educação (EDE); e hoje foi mais um dia desses. É o primeiro contacto com a escola. Um dia de festa e de bem receber. Todos os cuidados são colocados e o respeito por quem chega é a palavra de ordem.

Hoje, em Santo Onofre, aconteceu o contrário de tudo isso. Nunca tinha vivido uma coisa assim, muito menos naquela escola. Sou franco: senti vergonha e um embaraço inédito. Recebia às 10h30 os alunos e os EDE da minha direcção de turma na sala 25. Estranhei o excessivo número de automóveis estacionados na zona envolvente. Quando entrei na escola encontrei uma funcionária de cabeça perdida e que me disse: um caos professor; estão cá os anos quase todos e as salas estão baralhadas. Verifiquei o número da sala e mantinha-se a 25.”

Continua…

► Correntes