segunda-feira, 12 de abril de 2010

Como resolver a violência escolar?

O extracto abaixo transcrito faz parte de um artigo de Philippe Meirieu publicado pelo jornal LE MONDE no passado dia 2 de Abril. Nele são dadas pistas para a resolução deste problema que apoquenta as escolas O artigo completo está também disponível no sítio daquele autor.

«Nul doute que les violences scolaires ne soient un problème. Comme les violences conjugales et familiales, les violences urbaines, les violences économiques et sociales ou les violences dans les médias. En toute logique, il faudrait donc multiplier les “états généraux” afin de “sécuriser” tout cela! A moins de comprendre enfin que tous ces phénomènes renvoient à un modèle de société qui exaspère les pulsions archaïques, engendre l’exclusion systématique des plus faibles et les condamne à la résignation amère ou à la revanche brutale...

Il faudra bien, un jour, regarder de près les corrélations entre, d’une part, un système économique fondé sur la surchauffe consommatoire et l’organisation des rivalités à tous les niveaux, et, d’autre part, le choc des égoïsmes, la montée des agressions psychiques et physiques, le développement du tribalisme et le délitement du lien social. Nous n’avons pas assez pris la mesure de la situation inédite que nous vivons: disparition des tutelles théocratiques qui contenaient les forces centrifuges ─ c'est l’avènement de la démocratie...»

Germano Silva: «Espólio do 'Janeiro' é nacional e devia ser considerado público»

OPINIÃO > Luís Reis Torgal: «As teses 'pedagogistas' da ministra da Educação»

Lido assim, até parece uma bela história…

Educação e formação recupera 30 mil jovens

Medida dá competências escolares e sociais para afastar da exclusão.

Dez mil pessoas vão participar na estafeta “Pobreza e Exclusão: Eu Passo!"”que começa amanhã, correndo 1800 quilómetros em 30 dias e divulgando o Programa Integrado de Educação e Formação (PIEF), que abrangeu 30 mil jovens em situação ou risco de exclusão.

Iniciativa do Programa da Inclusão e Cidadania (PIEC), a estafeta (ver “caixa” com pormenores) mobiliza 142 grupos-turma da Medida PIEF, frequentada, no ano lectivo em curso, por 2130 jovens entre os 15 e os 18 anos.

Recorde-se que o PIEF, lançado há dez anos como instrumento de combate ao abandono escolar e ao trabalho infantil, pretende favorecer o cumprimento da escolaridade obrigatória associada a uma qualificação profissional para jovens entre os 16 e os 18 anos em situação ou em risco de exclusão social que não concluíram a escolaridade obrigatória (9.º ano).

Para muitos, “é a última oportunidade, sem a qual a situação seria passagem à delinquência”, observa a coordenadora nacional do PIEC, Fátima Matos. Mas não é a solução de fim de linha, assegura, porque para muitos tem garantido a reintegração no ensino regular e até o prosseguimento de estudos para o ensino superior.

Integrado em grupos-turma de pequena dimensão (15 alunos) e heterogéneos (com histórias de vida diferentes e um dos três primeiros ciclos por completar ─ e há muitos sem o primeiro), cada aluno tem um plano de educação e formação (PEF) próprio e individualizado, tendo em conta aspectos como idade, interesses e necessidades de inserção social e escolar.

Além da certificação escolar célere (dois anos para concluir o 3.º ciclo do ensino básico), o plano procura assegurar actividades complementares de desenvolvimento de competências de carácter vocacional.

“É uma medida muito especial porque é uma espécie de fato à medida de cada um”, comenta Fátima Matos, que classifica como “muito positivas” as “consequências na vida dos jovens, sobretudo ao nível das competências para a vida e a integração plena, adquirindo autonomia e tornando-se capazes de procurar emprego”.

Dos cerca de 45 mil jovens sinalizados, nomeadamente pelas comissões locais de protecção de crianças e jovens, até 2008 (oito anos de vigência), cerca de 30 mil foram encaminhados para a medida PIEF. Muitos não tinham concluído sequer o 1.º ciclo, tendo abandonado o ensino precocemente. Um problema que ainda hoje se sente: calcula-se que todos os anos 10 jovens saiam do sistema antes de concluir a escolaridade obrigatória.

Segundo a última avaliação da medida PIEF, em 2008, a taxa de êxito, isto é, a percentagem dos alunos que obtiveram a certificação escolar do 9.º ano de escolaridade, era de 60%. As suas áreas de formação vocacional preferencial repartiam-se entre a mecânica, auxiliar de educação, geriatria, electricidade, informática, estética/cabeleireiro, jardinagem e restauração.

Uns foram encaminhados para a formação profissional, outros regressaram ao ensino regular e houve quem prosseguisse para o ensino superior, atesta Fátima Matos, embora não tenha dados estatísticos. Só na próxima avaliação, o PIEC deverá aferir quantitativamente os resultados concretos na vida dos alunos, que continua a ser acompanhada por equipas multidisciplinares.

ALFREDO MAIA

Fonte: Jornal de Notícias

25 de Abril - A máquina que fez a história

O Jornal de Notícias permite-nos ver aqui 35 fotos que nos relembram o 25 de Abril de 1974.

A vida depois do poder

Fernando Pinto de Moura esteve 27 anos à frente dos destinos de Mondim de Basto. O Jornal de Notícias fez uma reportagem sobre a sua vida depois do poder.

domingo, 11 de abril de 2010

sábado, 10 de abril de 2010

Alguém gosta de ser pressionado?

Professores nos EUA são cada vez mais pressionados. E não gostam

A crise já levou ao aumento do número de alunos por turma, nuns casos, e à redução do leque de disciplinas, noutros. Isto num contexto em que Obama quer mais exigência, mais avaliação e até o fecho das escolas com piores resultados. Os professores não querem ser "o bode expiatório" do sistema.

Por Bárbara Wong, em Washington DC

► Ler no PÚBLICO

Taiwan encontra estrela da música

OPINIÃO > Miguel Ángel S. Guerra: «Quién lo há dicho?»

Existe un concepto jerárquico de verdad que podría definirse así: “verdad es lo que la autoridad dice que es verdad”. Sea ésta religiosa, política o académica. Craso error que ha servido para manipular muchas mentes y para extender muchos errores.

Anthony Wenston escribió hace unos años un pequeño pero enjundioso libro titulado “Las claves de la argumentación”. Uno de los capítulos del libro está dedicado a los argumentos de autoridad. “A menudo tenemos que confiar en otros para informarnos y para que nos digan lo que no podemos saber por nosotros mismos…. Sin embargo, confiar en otros ─ dice Wenston ─ resulta, en ocasiones arriesgado”.

Cuando pretendemos dar a nuestra posición cierta credibilidad citando una fuente de autoridad, corremos el riesgo de no aportar ninguna prueba de valor. Por eso, es necesario que las fuentes estén bien citadas, que esas fuentes tengan una buena información y que, a la vez, sean imparciales.

He realizado hace unos días en la clase una pequeña experiencia. Repartí a los alumnos y alumnas un pensamiento para que manifestaran el grado de acuerdo o desacuerdo que les suscitaba. Podían expresar su posición en la siguiente gama de opciones: muy de acuerdo, bastante de acuerdo, ni de acuerdo ni en desacuerdo, bastante en desacuerdo, muy en desacuerdo.

La frase era la siguiente: “Las tormentas en el mundo político son tan necesarias como las tormentas en el mundo físico. Descargan la energía, remueven el ambiente y purifican la atmósfera”.

Continua…

► El Adarve

Daniel Sampaio: «Ninguém se suicida só por ser vítima de bullying»

“O bullying é uma violência caracterizada por comportamentos de humilhação e de provocação em relação ao aluno. Nos anos 60, estava no Liceu Pedro Nunes, em Lisboa, e havia bullying. Mas não se estudavam essas questões e não se valorizava. Havia a noção de que as pessoas tinham de se desenrascar. Lembro-me de um jovem homossexual que era vítima de humilhações sistemáticas na casa de banho e no pátio. Hoje, felizmente, acha-se que as pessoas frágeis devem ser protegidas. Porque violência sempre haverá na escola. Isso é uma utopia dos anos 60.”

► Entrevista integral

Porto Editora compra Direct Group

O Grupo Porto Editora ganhou a luta pela compra do Direct Group, pertencente ao grupo alemão Bertelsmann, que detém em Portugal o Círculo de Leitores, a revista LER e as editoras Bertrand (com 54 livrarias), Quetzal, Temas & Debates, Pergaminho e Contraponto.

Fontes: Da Literatura

PÚBLICO

OPINIÃO > Clara Ferreira Alves: «Somos um pequeno e desgraçado país»

OPINIÃO > Boaventura Sousa Santos: «O crime que compensa»

O que estará a tramar o Governo?...

Fenprof satisfeita com resposta do Governo sobre avaliação

Mário Nogueira diz que todas as preocupações foram respondidas positivamente

O secretário geral da Federação Nacional dos Professores (Fenprof) afirmou esta sexta-feira que todas as preocupações que os professores levaram à reunião com o ministério foram positivamente respondidas e terão consequência no próximo regulamento sobre avaliação de desempenho, noticia a Lusa.

«Todas as preocupações que a Fenprof trouxe a esta negociação foram positivamente respondidas, o que quer dizer que terão consequência no próximo regulamento que vai sair, o que para nós é positivo», afirmou Mário Nogueira, à saída de uma reunião com o secretário de Estado Adjunto e da Educação.

A reunião entre a delegação da Fenprof e Alexandre Ventura durou mais de três horas, com o Governo a responder positivamente às preocupações dos professores.

Entre os principais pontos negociados, Mário Nogueira destacou que a apreciação intercalar «vai manter-se para todos os professores até final de 2010» e que a partir de 2011 os professores que reúnam o tempo de serviço terão a progressão garantida apesar da apreciação intercalar já não estar em vigor.

Mário Nogueira disse também que, de acordo com as indicações de Alexandre Ventura, os decretos deverão ir a Conselho de Ministros na próxima quinta feira.

A Federação Nacional dos Professores pediu ao Governo no final de Março a negociação suplementar do diploma que regulamenta a avaliação de desempenho, tendo em vista a introdução de melhorias e o «acautelar de direitos postos em causa».

Na altura, o sindicato que representa os professores considerou que a segunda versão do projecto de decreto regulamentar apresentado pelo Ministério da Educação continuava a manter aspectos que poderiam prejudicar o «bom desempenho profissional dos docentes» e o «bom funcionamento das escolas».

Esta negociação suplementar tinha como objectivo «acautelar direitos que estão a ser postos em causa» no diploma, no que diz respeito aos docentes que mudam de escalão e aos meses que teriam de aguardar para a passagem de escalão, tendo em conta os processos de avaliação intercalar.

► Fonte: TVI24

sexta-feira, 9 de abril de 2010

«Professores vão cada vez mais ao psiquiatra»

Paulo Guinote diz que stress da avaliação e perda de companheirismo causam «cocktail explosivo nas escolas»

Paulo Guinote, professor e autor do blogue «A Educação do Meu Umbigo», conta que há cada vez mais professores a recorrerem a psicólogos e psiquiatras. Ao tvi24.pt explica que os casos extremos dos professores que se suicidaram, Luís, de Sintra, e José António Martins, de Vouzela, se aproximam de milhentos casos que existem no país. Paulo Guinote tem tomado conhecimento de alguns desses casos através de situações descritas no blogue, de e-mails que lhe enviam ou no contacto interpessoal.

«Há muitos colegas meus mais novos, na casa dos 30, 40 anos, a entrar numa espiral de depressão e tristeza porque se sentem pressionados a todos os níveis, não só ao nível da escola, como da tutela», refere.

Professora relata drama «escondido» do mobbing

Paulo Guinote sublinha que os casos de indisciplina e violência dos alunos, as pressões por parte da tutela e das direcções das escolas, o stress da avaliação de desempenho e a perda de companheirismo «causam um cocktail explosivo dentro das escolas» e «o que disse esse professor [José António] na mensagem que deixou pode ser dito por qualquer um, mesmo não chegando a esse extremo [suicídio]», defende.

«Foi lançada uma espécie de ofensa geral de que os professores não faziam nada e há pessoas que reagem de forma visceral, umas refugiam-se nos comprimidos receitados pelos psiquiatras, outras no suicídio», acrescenta. «Os professores não sabem para onde se virar, sentem-se sem apoio, encurralados», constata.

O que leva um professor a suicidar-se

«Não consigo mais ser um bom professor»

«Escolas são ilhas de tirania»

Sobre a medida da FENPROF apresentada ao Ministério da Educação de que o stress dos professores seja considerado doença profissional, Paulo Guinote entende que «é uma espécie de evidência». Mas Paulo Guinote entende também que não seria fácil de implementar: «poderia gerar uma espécie de desconfiança, não sei como conseguiríamos que fosse aceite pela tutela».

Ainda assim, Paulo Guinote acredita que a medida teria grande adesão por parte dos docentes caso viesse a ser implementada. «De observação, e com base no número de pedidos de reforma que tem sido apresentado anualmente, acho que com esse motivo os pedidos de aposentação duplicariam», vaticina. Paulo Guinote calcula que «entre 10 e 20% dos professores estão em situações limite neste momento».

► Fonte: TVI24

Aquilo que não se vê, não existe!…

Oliveira Martins: Corruptos têm que saber que há consequências

À margem da conferência sobre 'Corrupção Participada em Portugal', Guilherme d’Oliveira Martins, presidente do Tribunal de Contas e do Conselho de Prevenção, referiu a necessidade de reformulação da política legislativa, uma posição que já tinha defendido na Assembleia da República

Para Guilherme d’Oliveira Martins, «é necessária a existência de leis claras para a fácil compreensão do cidadão sobre as mesmas» e também importante para a investigação criminal, de modo a facilitar a produção de prova.

Referindo-se ao estudo realizado pelo DCIAP em parceria com o ISCTE apresentado hoje concluiu a existência «de tendências bastante persistentes dos fenómenos da criminalidade económico-financeira».

O presidente do Tribunal de Contas põe a tónica na questão da prevenção, defendendo «instrumentos dissuasores que mostrem ao prevaricador que a corrupção tem consequências sociais e jurídicas».

O também presidente do Conselho de Prevenção confirmou que ao organismo que dirige já chegaram 750 planos de prevenção.

Sara Felizardo

sara.felizardo@sol.pt

► Fonte: SOL

Ouçamos atentamente Isabel Allende

Que sirva o exemplo de Cidinha Campos!

A deputada brasileira Cidinha Campos já chegou aos noticiários no nosso País, pela sua forma corajosa de atacar a corrupção e os ladrões, chamando os bois pelos nomes…

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Em defesa da Linha do Tua

Trailer do filme

Trailer Cinema "Pare, Escute, Olhe" from Pare, Escute, Olhe on Vimeo.


Comentário:

Conheço esta Linha desde tenra idade, embora não tenha utilizado muitas vezes o comboio. Confesso que não sou defensor da barragem, da qual ouvia falar desde criança. Nunca pensei que tal se concretizaria. Com duas barragens naquela região (a da Valeira, no Rio Douro, e agora a de Foz-Tua, na freguesia onde nasci e vivi quase três décadas da minha vida), quem continuar a viver lá notará as alterações ambientais...

Da casa dos meus Pais vê-se a Linha e o rio Tua. Durante muitos anos sabia as horas pela passagem do comboio. O bucolismo daquela região será sepultado pela decisão de um Governo presidido por um engenheiro de quem não esquecerei o nome…

E pensar que tal personalidade nasceu em Trás-os-Montes…

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Les violences entre élèves empoisonnent l’école

Enfants réputés «intello», «chétif», «timide», d’une «origine sociale» ou d’un «quartier» différents : tels sont les profils types des victimes des violences à l’école. Dans les pays anglo-saxons, le schoolbullying se définit comme une conduite agressive d’un ou de plusieurs élèves envers un autre. Au programme, brimades, moqueries, intimidations, rejet, violences physiques, racket.

Les adultes préfèrent le plus souvent ne pas se mêler des conflits entre élèves tant qu’ils ne semblent pas sérieux. Mais loin d’être considérée comme anodins, ces conflits sont dénoncés comme de la violence par les élèves eux-mêmes, des bagarres de cour de récréation en primaire aux agressions verbales en collège. Une enquête de la sociologue Cécile Carra, publiée en 2009 et menée auprès de 2 000 enfants de sept à douze ans dans 31 écoles du nord de la France, est à cet égard significative. Plus de 40 % des enfants affirment avoir été victimes de violences une fois dans l’année, quand 28 % des élèves déclarent avoir été auteurs de violences. Cette expérience scolaire des enfants «marquée par le sentiment de vivre des situations de violences est largement sous-estimée par les adultes», considère l’étude. Pour les enfants interrogés, «les maîtres s’en fichent tout le temps, ils disent que ça passera avec le temps et qu’après on sera amis, ce qui nous est jamais arrivé».

(+)

► LE FIGARO

Eduardo Lourenço: «Portugal não é um país fácil de governar»

Continuamos a ser uma ilha. Aceitamos a Europa passivamente. Queremos os benefícios, mas não queremos a responsabilidade dessa nossa situação de europeus. Eduardo Lourenço fala da nossa peculiar maneira de existir numa Europa que parece reformada da História.

Eduardo Lourenço entrevistado pelo PÚBLICO

Ministério da Educação mostra abertura a propostas da FENPROF

«Encontrámos abertura para isso e também para a aplicação do princípio jurídico da presunção da verdade”, disse aos jornalistas Mário Nogueira, (…) à saída de uma reunião com Isabel Alçada e Alexandre Ventura.

Mário Nogueira manifestou-se satisfeito com a recepção que as propostas da Fenprof tiveram junto dos governantes, incluindo aspectos relacionados com a formação de professores para lidarem com situações de indisciplina e conflitos em sala de aula.

“Soubemos que era também uma das preocupações do ministério precisamente o facto de integrar na formação inicial - com recomendação às instituições - mas também na formação contínua, com a inclusão nas prioridades de financiamento e na relevância para efeitos de carreira, de formação no âmbito da gestão de conflitos que é uma coisa que aos professores falta e que é muito importante que aconteça”, declarou.»

Artigo completo no PÚBLICO [05.04.2010]

Quando a Educação se torna um negócio

«A expansão da rede das escolas portuguesas no estrangeiro poderá ser entregue a um dos maiores grupos de ensino particular não superior do país. As negociações nesse sentido com o grupo GPS, presidido pelo antigo deputado do PS António Calvete, começaram no anterior Governo de José Sócrates. A actual equipa do Ministério da Educação diz que desconhece.

O projecto de criação de mais escolas nos Países Oficiais de Língua Portuguesa (PALOP) conta com o apoio da Caixa Geral de Depósitos, que em Maio do ano passado se apresentou como parceira do grupo GPS neste empreendimento. Num artigo publicado no boletim da CGD explicava-se: “O objectivo é ─ em colaboração com o Estado português e as autoridades locais ─ abrir escolas portuguesas em Cabo Verde, São Tomé, Moçambique (Beira) e Angola (Benguela)”.

Actualmente existem quatro escolas portuguesas no estrangeiro (Díli, Luanda, Macau e Maputo). A internacionalização do grupo através da criação de escolas nos PALOP, mas também em países com fortes comunidades lusas, como França, Venezuela ou África do Sul, foi uma das apostas desenvolvidas e recomendadas pelo então deputado socialista e actual secretário de Estado da Administração Local, José Junqueiro, segundo confirmou o próprio ao PÚBLICO.»

Artigo completo no PÚBLICO [05.04.2010]

sábado, 3 de abril de 2010

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Quando a violência entra na sala de aulas

Eis uma reportagem da SIC sobre a indisciplina nas escolas, emitida recentemente.

quinta-feira, 1 de abril de 2010

OPINIÃO > Santana Castilho: "Suicidou-se outro professor"

PÚBLICO 31.03.2010