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segunda-feira, 11 de julho de 2011

BE também insiste na suspensão da ADD

O Bloco de Esquerda seguiu o Partido Comunista Português e apresentou também na Assembleia da República um Projecto de Lei visando a suspensão do actual modelo de Avaliação do Desempenho dos Docentes. Como o PS previsivelmente votará contra, só os votos do PSD e do CDS-PP poderão resolver a questão. Esperemos que prevaleça o bom senso nos partidos que constituem a maioria e que não tenham mudado de opinião apenas porque agora podem mesmo mudar as coisas… Aguardemos algum tempo para ver o resultado de tais iniciativas!..

► Projecto de Lei do Bloco de Esquerda

sábado, 10 de abril de 2010

O que estará a tramar o Governo?...

Fenprof satisfeita com resposta do Governo sobre avaliação

Mário Nogueira diz que todas as preocupações foram respondidas positivamente

O secretário geral da Federação Nacional dos Professores (Fenprof) afirmou esta sexta-feira que todas as preocupações que os professores levaram à reunião com o ministério foram positivamente respondidas e terão consequência no próximo regulamento sobre avaliação de desempenho, noticia a Lusa.

«Todas as preocupações que a Fenprof trouxe a esta negociação foram positivamente respondidas, o que quer dizer que terão consequência no próximo regulamento que vai sair, o que para nós é positivo», afirmou Mário Nogueira, à saída de uma reunião com o secretário de Estado Adjunto e da Educação.

A reunião entre a delegação da Fenprof e Alexandre Ventura durou mais de três horas, com o Governo a responder positivamente às preocupações dos professores.

Entre os principais pontos negociados, Mário Nogueira destacou que a apreciação intercalar «vai manter-se para todos os professores até final de 2010» e que a partir de 2011 os professores que reúnam o tempo de serviço terão a progressão garantida apesar da apreciação intercalar já não estar em vigor.

Mário Nogueira disse também que, de acordo com as indicações de Alexandre Ventura, os decretos deverão ir a Conselho de Ministros na próxima quinta feira.

A Federação Nacional dos Professores pediu ao Governo no final de Março a negociação suplementar do diploma que regulamenta a avaliação de desempenho, tendo em vista a introdução de melhorias e o «acautelar de direitos postos em causa».

Na altura, o sindicato que representa os professores considerou que a segunda versão do projecto de decreto regulamentar apresentado pelo Ministério da Educação continuava a manter aspectos que poderiam prejudicar o «bom desempenho profissional dos docentes» e o «bom funcionamento das escolas».

Esta negociação suplementar tinha como objectivo «acautelar direitos que estão a ser postos em causa» no diploma, no que diz respeito aos docentes que mudam de escalão e aos meses que teriam de aguardar para a passagem de escalão, tendo em conta os processos de avaliação intercalar.

► Fonte: TVI24

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Ministra da Educação envia comunicado às escolas

Ministra da educação envia comunicado às escolas sobre o 1.º ciclo de avaliação do desempenho dos docentes

1. O 1.º ciclo de avaliação do desempenho docente prossegue e conclui-se, nos termos da lei, até 31 de Dezembro de 2009.

2. Todos os docentes serão avaliados no âmbito do 1.º ciclo de avaliação desde que se tenham apresentado a avaliação na primeira fase desse processo, tal como identificada na alínea a) do Artigo 15.º do Decreto Regulamentar n.º 2/2008, de 10 de Janeiro e como tal mantida no chamado procedimento de avaliação simplificado, nos termos da alínea a) do n.º 2 do Artigo 2.º do Decreto Regulamentar n..º 11/2008, de 23 de Maio.

3. Assim, a apresentação do avaliado à primeira fase do processo de avaliação concretiza-se através da entrega da ficha de auto-avaliação, que é legalmente obrigatória (conforme dispõe expressamente o n.º 2 do Artigo 16.º do Decreto Regulamentar n.º 2/2008, de 10 de Janeiro), ainda que não tenham apresentado previamente, no prazo previsto, a respectiva proposta de objectivos individuais.

4. Nos termos da alínea a) do n.º 1 do Artigo 8.º do Decreto Regulamentar n.º 2/2008, de 10 de Janeiro, a avaliação de desempenho tem sempre por referência os objectivos e metas fixados no projecto educativo e no plano anual de actividades para o agrupamento de escolas ou escola não agrupada.

5. Quando estejam fixados objectivos individuais, o grau de cumprimento desses objectivos constitui, nos termos do Artigo 10.º do Decreto Regulamentar n.º 2/2008, de 10 de Janeiro, referência essencial da classificação atribuída em relação aos parâmetros a que tais objectivos se reportem.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Bloco de Esquerda retira projecto de lei sobre o novo modelo de avaliação

O Bloco de Esquerda deixou cair o projecto de lei que estabelecia um modelo integrado de avaliação das escolas e dos professores, por considerar inoportuna a sua votação quando sindicatos e Governo estão em negociações.

“Não nos parecia que este fosse o momento da Assembleia da República fazer uma votação sobre um modelo que neste momento está a ser negociado pelos sindicatos”, disse à Agência Lusa a deputada Ana Drago.

Segundo a bloquista, o partido entendeu que deve ser dado “tempo de debate e diálogo” ao Governo e aos sindicatos, que na semana passada iniciaram contactos, mas espera que o projecto do Bloco possa servir de “contributo” para as “negociações”.

A Assembleia da República discute na quinta-feira um conjunto de diplomas sobre a avaliação de desempenho dos professores, entre os quais se mantém um projecto de lei do Bloco de Esquerda que determina a suspensão do actual modelo e a criação de uma unidade de missão responsável por criar, em 30 dias, um novo modelo.

Quanto ao diploma retirado da discussão e votação de quinta-feira, previa a avaliação dos docentes no momento em que transitam de escalão, mas também do estabelecimento de ensino.

Segundo a proposta, a avaliação deveria ser feita por uma comissão interna, não existindo quotas na atribuição das classificações.

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Fonte: Diário de Notícias

Continua o folhetim da avaliação dos docentes

Educação

Professores. Se pudesse recuar, o PSD defendia a “suspensão”

Começa hoje uma semana decisiva para os 140 mil professores do ensino básico e secundário. A ministra da Educação, Isabel Alçada traz para a mesa de negociações com os sindicatos o acordo entre o PS e o PSD para um outro modelo de avaliação e um novo estatuto da carreira docente - um entendimento que só foi possível porque os sociais-democratas concordaram com os socialistas em trocar a palavra “suspensão” por “substituição” no seu projecto de resolução, apresentado sexta-feira no Parlamento. Mas, afinal, se pudesse recuar, o deputado Pedro Duarte deixaria cair o termo que, tanto para os sindicalistas como para a oposição, significa mais do que uma simples questão de semântica: “Não expressamos a palavra suspensão no nosso projecto, mas se voltássemos atrás deixávamos isso bem expresso”, admite o vice-presidente da bancada parlamentar do PSD.

“Substituição” ou “suspensão” do actual regime não é apenas um jogo de palavras, adverte Mário Nogueira, dirigente da Federação Nacional dos Professores (Fenprof). O termo utilizado na proposta de resolução dos sociais-democratas tem implicações no funcionamento das escolas, defende o sindicalista: “O PSD define 30 dias para um novo modelo entrar em vigor, mas dificilmente isso poderá acontecer.” O dirigente sindical esclarece que só o período negocial poderá prolongar-se por, pelo menos, quatro semanas: “Até à publicação em Diário da República, o novo diploma tem de passar pela aprovação de conselho de ministros e promulgação do Presidente da República, o que significa que a nova legislação só terá efeitos em Fevereiro, na melhor das hipóteses.”

Enquanto isso, alerta Mário Nogueira, as escolas terão de continuar a repetir os procedimentos que foram impostos pela ex-ministra Maria de Lurdes Rodrigues porque não tiveram indicação para suspender o processo: “Os directores dos estabelecimentos de ensino terão, por exemplo, de aprovar um novo calendário da avaliação, notificar os professores para entregar os objectivos individuais, fazer a lista para os docentes que querem ser avaliados através de aulas assistidas e destacar professores para essa tarefa”, critica Mário Nogueira, advertindo que todo esse trabalho resultará num desperdício de tempo e de meios humanos e materiais, uma vez que o novo modelo deverá introduzir novas regras na avaliação e inviabilizar todo o esforço que as escolas fizeram.

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domingo, 15 de novembro de 2009

PSD acredita poder resolver o imbróglio da avaliação dos docentes

O PSD apresentou na Assembleia da República um Projecto de Resolução, na tentativa de resolver a questão da avaliação dos docentes. O projecto de resolução do PSD, sobre o qual já foram tecidos vários comentários e intervenções públicas, motivou críticas e concordâncias e é aparentemente visto com bom olhos pelo PS.

Com ele, regressou alguma “intranquilidade” à classe docente. De facto, não é referida a “suspensão”, assim como também não aparece em parte nenhuma do texto o vocábulo “suspender”.

Na próxima semana se saberá o resultado da discussão daquele projecto social-democrata.

sábado, 14 de novembro de 2009

Ausência de avaliação para professores sem elementos “é uma questão de regra”

Os professores que optaram por não entregar os respectivos elementos vão ficar arredados do processo de avaliação em curso. Quem o afirma é a ministra da Educação, quando questionada sobre a possibilidade de evitar a penalização dos profissionais que se excluíram do actual modelo. Isabel Alçada resume a posição do Ministério: “A lei é assim.”

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► RTP