quinta-feira, 4 de abril de 2013

Baixa de vulto no Governo

terça-feira, 2 de abril de 2013

segunda-feira, 1 de abril de 2013

domingo, 31 de março de 2013

Quem nos avisa...

Não me causa espanto...

sexta-feira, 29 de março de 2013

Alunos de 15 anos vão ter a vida mais facilitada?


Os alunos do 9.º ano vão passar a ser um dos públicos-alvo das estruturas que irão substituir os Centros Novas Oportunidades (CNO), que tinham apenas adultos como destinatários.
Segundo a portaria que cria os novos Centros para a Qualificação e o Ensino Profissional (CQEP), publicada nesta quinta-feira em Diário da República, uma das suas atribuições será a de propiciar “informação, orientação e encaminhamento de jovens com idade igual ou superior a 15 anos ou, independentemente da idade, a frequentar o último ano de escolaridade do ensino básico.
 ► PÚBLICO

Arcebispo de Braga põe o dedo na ferida...


segunda-feira, 25 de março de 2013

Se um dos seus fala assim deles!...

Miguel Veiga, jurista e militante do PSD, partido que ajudou a fundar, faz numa entrevista à REVISTA do Expresso [Edição n.º 2108, de 23 de Março de 2013] apreciações nada lisonjeiras sobre aqueles que dirigem o partido a que ainda pertence. Ora leia!
Porque decidiu empurrar Rui Moreira para uma candidatura à Câmara do Porto?
Conheço-o há anos e reconheço-lhe as capacidades que exijo para um presidente da câmara. É um homem com espessura e rigor, conhece muito bem os meandros da política, dos negócios, e sobretudo os problemas do Porto, sobre os quais tem ideias. Como nenhum dos outros candidatos dos aparelhos partidários tem estas qualidades, entendi que era ocasião para haver um grupo de cidadãos que, na sua qualidade de portuenses independentes e autónomos, se aventurassem no risco de propor uma candidatura fora dos aparelhos. Independentemente dos resultados, que esperamos que sejam bons, entendo que a única maneira da sociedade civil procurar a regeneração dos partidos é com movimentos exteriores aos próprios partidos.
Se o candidato oficial do PSD fosse outro, seria essa a sua posição?
Podia não ser.
Qual o motivo para rejeitar o candidato do seu partido?
Por ser um candidato do aparelho que só pode vingar, num partido como o PSD, que é livre e aberto, porque o aparelho o impôs, tal como impôs Passo Coelho. Quem fez o Passos Coelho primeiro-ministro?
Quem foi?
Uns tipos do piorio, que existem em Portugal. Um é Miguel Relvas, o outro é Marco António. Andaram durante um ano e meio a bater as distritais para angariar votos, a realidade é esta.
Quem está no poder, o PSD ou o aparelho?
O aparelho, quanto a isso não há dúvida. Encontram algum social-democrata no Governo? Nem um. Estes tipos não têm convicções. Simplesmente não têm uma ética de convicções e, portanto, não têm uma ética da responsabilidade. Querem o poder pelo poder. Estão centralizados, incrustados e vivem num regime de sucessão eterna, quase dinástico, que se torna opressivo e do mais fechado que há. O regime é autofágico. Vão-se reproduzindo e é como um panzer. Levam tudo à frente. Este é um tempo crepuscular.
Que ligação tem hoje ao partido que ajudou a fundar?
A única ligação que tenho hoje é afetiva.
Dentro do partido a sua opinião interessa? Ainda é ouvido?
É preciso sermos lúcidos. Valho o que valho: um voto. Mas devo dizer que apesar de não me ouvirem, quando começarem a apanhar os primeiros desaires eleitorais e a perder o poder, vão ter de dar atenção às vozes críticas.
Essas vozes existiam e fizeram críticas duras ao Governo de Passos Coelho. O que lhes aconteceu?
Vejam o que fizeram a Manuela Ferreira Leite e ao Pacheco Pereira Todos expurgados, considerados inimigos. Fecharam as portas do partido e ninguém lá entra Não somos pessoas para pedir licença ou favores. Não é vaidade. É orgulho. E o orgulho é aquilo que nos mantém de pé. Estes que lá estão não são homens de Estado. São políticos de aviário.
_________________________________________________
EXPRESSO | REVISTA | 23.03.2013 | N.º 2108

terça-feira, 19 de março de 2013

domingo, 17 de março de 2013

quinta-feira, 14 de março de 2013

domingo, 10 de março de 2013

sexta-feira, 8 de março de 2013

quarta-feira, 6 de março de 2013

domingo, 3 de março de 2013

Cabeceiras rende-se a grande superfície comercial


Foi inaugurada no passado dia 28 de Fevereiro em Cabeceiras de Basto a primeira grande superfície comercial, que integra um hipermercado “Continente Bom Dia”. O acto solene de abertura do novo espaço comercial contou com a presença dos presidentes da Câmara e Assembleia municipais desta vila, Joaquim Barreto e Serafim China Pereira, respectivamente. 
Depois de quase duas décadas a apregoar que não deixaria nenhuma grande superfície comercial instalar-se neste concelho, enquanto fosse presidente da Câmara, contrariando a vontade dos consumidores, Joaquim Barreto dá assim a sua bênção a este novo investimento no concelho…

Ver notícia no Correio do Minho

sábado, 2 de março de 2013

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Antes era a ausência de uma vírgula...

...agora é a troca de um da por um de!

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Quando chegará tal hora?


“Aumentos na função pública assustam Governo”
Milhares de funcionários públicos estão em condições de progredir na carreira e ter aumentos automáticos, o que implica centenas de milhões de euros em despesa. Congelamento deve prolongar-se além de 2014.
Fonte: SOL

Para melhor, está bem, está bem!...

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

FNE manifesta-se contra política do MEC e propõe mudanças

Foi entregue a meio da tarde de ontem (05.02.2013) no Ministério da Educação e Ciência a resolução aprovada, por unanimidade, em reunião extraordinária do secretariado nacional da FNE. A iniciativa ficou marcada ainda, por uma concentração de dirigentes da FNE à porta do MEC, na 5 de Outubro e culminou com uma conferência de imprensa no local, onde foi divulgado aos jornalistas o teor do documento do Secretariado Nacional.
Fonte: FNE

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Quem disse que a História não se repete?



Barranco de Cegos
(capítulos I, VII, XXI)
O Governo procurava um travão para o descalabro, mas estava também a contas com credores que lhe impunham liquidações já vencidas. A falência do Baring, em Inglaterra, prestamista do Estado, fora um dos sinais da crise. Dera-se a inflação, aumentara a circulação fiduciária. Subiam os preços. E a instabilidade, o receio do pior pegara-se aos espíritos quando, depois da implantação da república no Brasil, surgira o ultimato inglês, em Janeiro de 90, por causa de África.
Um ano depois, a revolta republicana no Porto apressara o pavor, num sinal de que tudo se poderia perder às mãos da canalha carbonária. A partir daí o Governo reparara no exército.
E dava-se ao luxo, por motivos eleitorais, de cobrir os destemperos dos banqueiros nortenhos, metidos até aos cabelos nas negociatas dos caminhos-de-ferro, nas salamancadas.
Tentara fazê-lo com o empréstimo dos Tabacos, mas a manobra redundara num fracasso para o Estado, ficando ainda em grande parte, setenta por cento, nas mãos de franceses e alemães.
O Banco Lusitano já rachara pelo meio. E nos descalabros das finanças entrelaçavam-se as concessões dos caminhos-de-ferro de Lourenço Marques, o escândalo da Companhia do Niassa e as consequências do novo tratado com a Inglaterra. Caminhava-se para a bancarrota.
Sacudia-se a Europa em mais outra crise. De superprodução. Enquanto a nossa era financeira, de especulação pura.
Os câmbios baixos do Brasil forçavam a emigrar os que viviam desses rendimentos em Lisboa e no Porto; e eram muitos. Fechavam-se fábricas e ficavam mais operários sem trabalho. Entre o protesto de letras e o desespero de muitos créditos volatilizados, encerravam-se lojas e muitos comerciantes biscavam no suicídio a saída válida para a desonra. Usava-se a corda, o tiro no céu-da-boca e o rodado do comboio para resolver alguns problemas.
 (...)
Metade das receitas do Estado iam para os encargos da dívida pública. O Crédit Lyonnais não deixava de insistir no reembolso da soma bárbara que emprestara à Fazenda Nacional e os liquidatários do Baring batiam a mesma solfa; a maior parte do empréstimo dos Tabacos esvaíra-se em juros, só juros de dívida externa nos sinapismos para aguentar certas companhias e na compra de prata para amoedar. No Banco de Portugal tinham-lhe dito, em confidência, sob palavras de honra, que o deficit da balança comercial iria descer, mas só por falta de cheta; e que em Lisboa, só em Lisboa, haviam falido e encerrado as portas mais de quatrocentas lojas.
(...)
Diziam que a agricultura vivia à sombra das árvores da preguiça, do sobreiro e da oliveira, mas esqueciam-se de sublinhar que o dividendo da sociedade anónima era outra árvore de mandria, maior e mais falsa, porque as outras mudavam de dono, mas não secavam facilmente, e essa morria sem se saber de quê.
Morria quando convinha aos que a haviam plantado, sem quais quês. Bastava vir a companhia estrangeira que oferecesse boa posição aos accionistas principais. E adeus patriotismo.
(...)
A propósito das ambições anglo-saxónicas sobre a África Portuguesa, Diogo Relvas aludiu a essa Europa de egoísmo e rapina, onde já se misturavam ideias de repúblicas socialistas. Falou das greves por toda a parte. Entre nós deveria fazer-se a mão pesada sobre os agitadores.
Alves Redol, 1961
(Na comemoração do centenário do seu nascimento)
__________________________________________
SEARA NOVA  N.º 1722 | Inverno | 2012

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

A grande ilusão?!...


Ministérios das Finanças e da Educação e Ciência
Fixa o número de vagas atribuído a cada um dos quadros de zona pedagógica, a preencher no concurso externo extraordinário regulado pelo Decreto-Lei n.º 7/2013, de 17 de janeiro

domingo, 20 de janeiro de 2013

António Barreto está enganado!...

“Tem-se medo de dizer que, no conjunto europeu, os professores são mais bem tratados que os professores dos outros países, ou que os funcionários públicos têm um regime global muito privilegiado em relação aos trabalhadores do privado, que há inúmeras excepções para os emigrantes, para os habitantes dos Açores, para os residentes na Madeira, para as pessoas do Interior, para os filhos dos emigrantes, para os filhos destes, daqueles e daqueloutros. Há inúmeras situações de privilégios e privilégios. Sabe-se isto tudo há muitos anos e os governos fogem sempre a discutir isso. Porque isso não dá votos, não serve para a demagogia. E então põe-se o FMI ao serviço.”
António Barreto em entrevista ao jornal i

Comentário:
No que diz respeito aos professores, ou António Barreto está a referir-se aos docentes do Ensino Superior ou então anda muito mal informado, sem ler jornais ou ver Telejornais. Já li coisas absurdas defendidas por ele, nomeadamente a “municipalização” da Educação, por isso já nem estranho estas suas tiradas. Mas lamento que uma pessoa da sua craveira emita tais opiniões!…

De regresso à Idade Média?...

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

domingo, 13 de janeiro de 2013

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

sábado, 5 de janeiro de 2013

Um olhar sobre a Educação em 2012

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Um incentivo a queixas contra docentes?!...

90 mil professores já preencheram o e-Bio

A Justiça não dorme...


Tribunal suspende anulação de contratos


O Tribunal Administrativo do Círculo de Lisboa decretou provisoriamente uma providência cautelar interposta por cerca de 40 professores do Agrupamento de Escolas Prof. Agostinho da Silva, em Casal de Cambra (Sintra), e mandou suspender a anulação dos contratos destes docentes.

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Morreu «capitão de Abril»




Conheci pessoalmente Marques Júnior em 1983, quando fui chamado a cumprir o Serviço Militar Obrigatório na Escola Prática de Infantaria (EPI), no Curso Geral de Milicianos, em Mafra. Marques Júnior era então capitão e comandava a Companhia na qual estava integrado o pelotão a que eu pertencia. Ficou-me a impressão de que era um militar muito diferente de outros que se cruzavam connosco no serviço militar, simpático, respeitado pela sua actuação e não apenas pelo peso das suas divisas. Mais tarde ingressou na vida política, tornando-se deputado na Assembleia da República, primeiro pelo Partido Renovador Democrático (PRD) e mais tarde pelo Partido Socialista.