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terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Morreu «capitão de Abril»




Conheci pessoalmente Marques Júnior em 1983, quando fui chamado a cumprir o Serviço Militar Obrigatório na Escola Prática de Infantaria (EPI), no Curso Geral de Milicianos, em Mafra. Marques Júnior era então capitão e comandava a Companhia na qual estava integrado o pelotão a que eu pertencia. Ficou-me a impressão de que era um militar muito diferente de outros que se cruzavam connosco no serviço militar, simpático, respeitado pela sua actuação e não apenas pelo peso das suas divisas. Mais tarde ingressou na vida política, tornando-se deputado na Assembleia da República, primeiro pelo Partido Renovador Democrático (PRD) e mais tarde pelo Partido Socialista.

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

terça-feira, 24 de abril de 2012

Caiu um lutador


Miguel Portas, eurodeputado pelo Bloco de Esquerda, morreu esta terça-feira, aos 53 anos, de cancro no pulmão, em Bruxelas.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Faleceu antigo ministro de Cavaco Silva

Nota:

Soube hoje do falecimento do Eng.º Oliveira Martins, um antigo ministro de Cavaco Silva, a quem se ficou a dever a construção da Estrada Nacional 311 entre o Penedo da Palha e o Pinheiro, aqui em Cabeceiras de Basto, facilitando o acesso à sede do concelho a quem vinha de Fafe pela via referida.

Conheci pessoalmente o Eng.º Oliveira Martins durante um jantar de um grupo de amigos em que eu também participei, durante o qual conversámos de muitas coisas, inclusive das suas funções de ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações. Fiquei com uma ideia muito positiva acerca dele, pois era uma pessoa afável e um bom contador de histórias. Oliveira Martins deslocava-se algumas vezes a Cabeceiras de Basto, pois a sua esposa pertence a uma família muito conhecida deste concelho.

Oliveira Martins fora atacado há algum tempo por uma doença grave, a qual pôs agora termo à sua vida.

Que descanse em paz!

terça-feira, 22 de março de 2011

Calou-se a voz mais conhecida de Portugal

Morreu Artur Agostinho (1921-2011)

Antigo diretor do “Record”, ator e comunicador morreu hoje. Artur Agostinho tinha 90 anos.

Ficou para a história da rádio em Portugal o seu “é gooooooooooolooooooo”, que gritou pela primeira vez num Benfica-Porto no final dos anos 40. Artur Agostinho, radialista, apresentador, jornalista desportivo e antigo diretor do jornal “Record”, de que era colunista, faleceu hoje no hospital de Santa Maria, em Lisboa, onde estava internado há uma semana.

Era também ator, tendo participado nos filmes “Cais do Sodré” (1946), “O Leão da Estrela” (1947), “Capas Negras”(1947), “Cantiga da Rua” (1950), “Sonhar é Fácil” (1951), “O Tarzan do 5.º Esquerdo” (1958), “Dois Dias no Paraíso”(1958), “O Testamento do Senhor Nepomuceno”(1997), “A Sombra dos Abutres” (1998) e “Perfeito Coração” (2009).

Artur Agostinho era também publicitário e escritor. Comunicador nato e um dos rostos mais populares da sua geração, foi agraciado em dezembro pelo Presidente Cavaco Silva com a Comenda da Ordem Militar de Sant’Iago da Espada, numa cerimónia no Palácio de Belém.

Em 2005, deu nome a um prémio criado pelo “Record” destinado a distinguir protagonistas do desporto. Artur Agostinho entregou pessoalmente o troféu a Pauleta (2005), Scolari (2006), Rui Costa (2007), Cristiano Ronaldo (2008), Luís Figo (2009) e José Mourinho (2010).

“Flash-back — Uma história da vida real” é o título do seu último livro. Artur Agostinho apresentou-o no início do mês em curso, poucas semanas antes de morrer.

domingo, 9 de janeiro de 2011

Morreu o capitão “diplomata” do 25 de Abril

Morreu Vítor Alves, o capitão “diplomata” do 25 de Abril

Membro da direcção permanente do Movimento das Forças Armadas, ao lado de Otelo Saraiva de Carvalho e de Vasco Lourenço, Vítor Alves é recordado como um diplomata.

“Foi um homem de extrema importância para o movimento”, lembrou ao PÚBLICO Otelo Saraiva de Carvalho. “Foi comigo até ao fim”.

Otelo Saraiva de Carvalho enaltece a grande capacidade de moderação de Vitor Matos, que trata como “um diplomata”: “Enquanto dirigente do MFA, durante o PREC e mesmo após o 25 de Novembro, foi um camarada de grande moderação. Procurava sempre pôr água na fervura quando alguém queria tomar atitudes repentinas. ‘Sejamos realistas!’. Era a frase dele. E os seus argumentos acabavam por nos convencer. Era um diplomata, um ‘gentleman’”.

(…)

► PÚBLICO