sábado, 25 de abril de 2009
Centro de Documentação 25 de Abril
Para quem sabe pouco sobre a “Revolução dos Cravos”, que mudou o destino de Portugal, pois restabeleceu as liberdades, ou quer aprofundar os seus conhecimentos sobre o mesmo acontecimento, o Centro de Documentação 25 de Abril, da Universidade de Coimbra, é um sítio indispensável. Outro sítio que também guarda documentos muito interessantes é a Fundação Mário Soares.
OPINIÃO > Franco Charais: «A educação e a fobia da avaliação»
As pessoas são a nossa principal riqueza, tanto maior quanto maior for a sua formação. Mas as políticas seguidas parecem ter como fio condutor o corte de despesas e o melhoramento das estatísticas que há que apresentar à Europa. Como explicar a fobia da avaliação de professores, indo buscar ao Chile, segundo consta, o método a utilizar no nosso país? Um método de um dos países europeus era insuficiente? A avaliação dos professores do país vizinho, um dos nossos principais parceiros económicos, não serviria? Os professores europeus são mal avaliados e não prestam?
Os nossos políticos, engenheiros, economistas, juristas, juízes, etc., que passaram pelo nosso sistema de educação e pelos seus professores são maus profissionais? A falta de um apertado sistema de avaliação de professores é culpada por Portugal se manter na cauda da Europa? Será que a própria ministra, que também passou pelo mesmo sistema de avaliação, terá competência para o desempenho das suas funções? Ou será que somos o que somos devido à competência dos nossos professores dos ensinos primário e secundário?
Quando o ministério afirma que os professores não querem ser avaliados não estará a faltar à verdade? Um sistema de avaliação que penaliza os professores pelas faltas às auIas dos alunos e pelo seu aproveitamento não estará muito mais interessado nas estatísticas do que na justiça dos métodos? Um sistema que estabelece apertadas quotas para promoções será um sistema justo ou terá como principal finalidade um corte nas despesas?
Franco Charais (Antigo membro do Conselho da Revolução, Comandante da Região Militar do Centro e um dos subscritores do “Documento dos Nove”. General na Reserva)
REVISTA ÚNICA 25/04/2009, pág. 26
[Expresso N.º 1904]
Engenheiros portugueses apresentam carro eléctrico na Noruega
O Instituto Superior de Engenharia de Coimbra vai apresentar na Noruega o protótipo de um automóvel eléctrico português. VEIL é um projecto que pode ajudar a criar o carro do futuro.
Fonte: RTP
Vaticano canoniza Nuno Álvares Pereira
O herói da batalha de Aljubarrota morreu com fama de santo, mas foram precisos quase 600 anos para ser reconhecido pela Igreja.
Fonte: RTP
Ramalho Eanes quer portugueses «mais exigentes»
Fonte: RTP
É preciso não deixar murchar os «cravos de Abril»
É preciso lembrar a alguns que o 25 de Abril de 1974 devolveu aos Portugueses a Liberdade e o direito de decidirem o seu futuro. Mas a Liberdade nunca está totalmente conseguida. É preciso estarmos vigilantes, para que ela não corra perigos. É nosso dever mantermo-nos firmes na sua defesa. Sem liberdade, a vida não tem encantos.
sexta-feira, 24 de abril de 2009
OPINIÃO > Carla Hilária Quevedo: «Deixem Viver»
Em todas as gerações aconteceu e vai tornar a acontecer: os mais velhos queixam-se dos mais novos. Uns tentam reprimir, outros não querem saber e outros ainda discutem as 'Dificuldades de comportamento e aprendizagem em meio escolar'. Este é o título de um encontro que aconteceu na Faculdade de Psicologia em Lisboa e a que não assisti. O objectivo era discutir os motivos por que os alunos de liceu não demonstram ter o mínimo interesse por nada e as razões do seu mau comportamento. Não seria melhor perguntar porque é que indisciplina e cabeça no ar são tidos como sintomas de mau estar num adolescente? Qual é a sua natureza afinal? Não será próprio da idade fazer asneiras, experimentar a frustração, revoltar-se contra 'o sistema' e estar a pensar noutra coisa quando o professor repete a conjugação dos verbos no im- perfeito? Começa a ser preocupante que comportamentos menos ortodoxos sejam catalogados como problemáticos e de visita obrigatória ao psicólogo. Os jovens cada vez mais são tratados como se sofressem patologias e fossem impossíveis de educar. Se se portam mal é porque são uns delinquentes e têm de ser 'curados'. Há algo errado no diagnóstico.
Carla Hilário Quevedo
tabu | SOL N.º 137 | 24 de Abril de 2009
Enquanto não for descoberta uma maneira de enriquecer sem dar nas vistas...
PS chumba diplomas sobre enriquecimento ilícito
A maioria socialista chumbou ontem os projectos do PSD e do PCP para a criminalização do enriquecimento ilícito, argumentando que o partido não está disponível para «suspender a democracia» e «lapidar princípios do Estado de direito».
«O enriquecimento ilícito é abjecto e condenável, mas não estamos disponíveis para suspender a democracia e lapidar princípios do Estado de direito», justificou o vice-presidente da bancada do PS Ricardo Rodrigues.
No final do debate, os dois diplomas foram chumbados pela maioria socialista, com o projecto de lei do PSD a merecer o voto favorável do PCP, BE, PEV e dos deputados não inscritos Luísa Mesquita e José Paulo Carvalho e a abstenção do CDS-PP e do deputado social-democrata Patinha Antão.
O diploma do PCP teve igualmente o voto contra da maioria socialista e do deputado não inscrito José Paulo Carvalho, o voto favorável do BE, PEV e deputada não inscrita Luísa Mesquita e a abstenção do PSD e do CDS-PP.
Redacção/Lusa
Diário do Minho Ano XC | N.º 28 477 |
SEXTA-FEIRA | 24 de Abril de 2009
quinta-feira, 23 de abril de 2009
quarta-feira, 22 de abril de 2009
Vinton Cerf. «É tão fácil duplicar o material que não têm sentido as restrições actuais»
Vinton Cerf, um dos pais da Internet, criador do primeiro serviço comercial de correio electrónico e vice-presidente de Google, voltou a Espanha, que não visitava desde 2002 quando recebeu o prémio Príncipe de Astúrias, nas comemorações dos 20 anos da World Wide Web e foi entrevistado pelo jornal EL PAÍS.
FNE pede medidas para tornar eficaz alargamento da escolaridade para 12 anos
A Federação Nacional dos Sindicatos da Educação (FNE) considerou hoje “positiva” a passagem da escolaridade obrigatória de nove para 12 anos, mas sublinhou a necessidade de medidas que tornem o alargamento eficaz e promotor de sucesso educativo.
“Esta medida, que foi sendo adiada sistematicamente, é uma medida positiva, mas é necessário criar condições para que este alargamento seja eficaz e de real sucesso educativo”, afirmou Arminda Bragança, dirigente da FNE.
A sindicalista sublinhou que a taxa de abandono escolar ao nível do ensino obrigatório tem vindo a diminuir, mas mantém-se ainda com valores elevados, defendendo, por isso, mecanismos de controlo de abandono e novas medidas de promoção do sucesso escolar.
(+)
Fonte: PÚBLICO











+%5B16.08.2008%5D.jpg)
