Mostrando postagens com marcador EDUCAÇÃO; REFORMAS; PHILIPPE PERRENOUD; BLOGUE TERREAR. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador EDUCAÇÃO; REFORMAS; PHILIPPE PERRENOUD; BLOGUE TERREAR. Mostrar todas as postagens

domingo, 19 de abril de 2009

Sobre as reformas educativas

(...)
Em democracia, se as políticas de educação são publicamente debatidas, depois adoptadas pelo governo e apoiadas pelo parlamento, deveriam “normalmente” entrar em vigor, o que implicaria não contar com os professores, nem com os pais nem com os alunos. Se eles se mobilizarem, podem impedir a realização de reformas, ainda que decididas na maior legalidade.

As políticas de educação, decididas legalmente, só serão fortes se forem também negociadas com os profissionais e os utilizadores. As decisões serão tomadas, então, um pouco mais lentamente, mas os actores implicados na negociação apoiarão em geral os compromissos daí resultantes (Gather Thurler, 2000 c e d, Perrenoud, 1999 a, 2002 f e g).

Não sabendo ou não querendo dirigir este segundo tipo de negociações, muitos ministérios encontram-se rapidamente isolados unindo-se contra eles os insatisfeitos que se opõem à mudança por razões diversas e às vezes contraditórias, mas suficientes para pôr em perigo uma reforma.

(+)

Blogue Terrear