Mostrando postagens com marcador ACORDO ORTOGRÁFICO. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ACORDO ORTOGRÁFICO. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Adiará Dilma Roussef a entrada em vigor do Acordo Ortográfico?

Tudo aponta nesse sentido… mas nada está decidido! Mas se tiverem a coragem de acabar com tal monstruosidade, encher-me-ei de alegria!

domingo, 11 de setembro de 2011

“Letivo” nuns manuais, “Lectivo” noutros?

Acordo ortográfico chega às escolas

Milhares de alunos vão começar, já este ano, a aprender uma nova ortografia do Português, mas as associações de pais estão preocupadas com o facto de o próximo ano ser “lectivo” para umas escolas e “letivo” para outras.

Albino Almeida, presidente da Confederação Nacional de Associações de Pais (CONFAP), indicou que no fim do primeiro período já se poderá avaliar a extensão do problema, agravado pela forte possibilidade de existirem na mesma sala de aulas livros com grafias diferentes.

Do lado dos docentes, contudo, parece não haver preocupações. “Não antevejo grandes problemas, vamos entrar numa fase de adaptação, transitória, mas da parte das escolas houve um trabalho de preparação bem feito”, refere o presidente da Associação Nacional de Professores, João Grancho.

No entanto, em declarações à agência Lusa, Albino Almeida, da CONFAP, prevê que “centenas ou milhares” de alunos façam o ano com manuais do ano passado, sem o novo acordo ortográfico. Almeida acrescentou que há autarquias que costumavam subsidiar a compra dos manuais e que agora estão a dizer “comprem-nos e nós depois reembolsamos”, mas que um investimento de centenas de euros em manuais está fora de questão para os rendimentos de muitas famílias.

Já a presidente da Associação de Professores de Português, Edviges Ferreira, admite que pode haver “algumas confusões” e que a coexistência de manuais diferentes na mesma sala de aula vai exigir alguma preparação por parte dos professores. "Tudo o que é novo Implica reflexão e estudo, e os professores vão ter que se preparar, vai ser complicado pôr toda a gente a escrever, mas não são assim tantas as alterações”, considerou. O acordo será usado em todos os livros adoptados este ano para o 1.º e 2.º anos do primeiro ciclo do Ensino Básico.

Segundo uma das principais editoras do sector do livro escolar, a Porto Editora, a assimilação da nova maneira de escrever nos manuais “está a decorrer tal como foi definido, em 2010, pelo Ministério da Educação, em articulação com a Comissão do Livro Escolar da APEL, num calendário que terminará no ano lectivo de 2014/2015”.

No 4.º ano do Ensino Básico, os manuais de Matemática já deverão ter a nova ortografia. Tal como todos os do 5.º — à excepção de Educação Física, Educação Musical e Educação Visual e Tecnológica.

Quanto ao 6.º ano, os alunos já vão aprender em livros adaptados ao novo acordo em todas as disciplinas, excepto as de Língua Portuguesa, Educação Física, Educação Musical e Educação Visual e Tecnológica.

terça-feira, 29 de junho de 2010

A aplicação do Acordo Ortográfico

Agradeço a Samuel Rego o envio do link para o vídeo que se segue, a propósito do Acordo Ortográfico.

http://www.youtube.com/watch?v=JkCj_HcZ3Yg

domingo, 27 de junho de 2010

quarta-feira, 3 de março de 2010

Acordo Ortográfico: Professores concordam com novo calendário, mas reclamam materiais de apoio

Os professores de português e a Fenprof concordam com o novo calendário proposto pela ministra da Educação para introduzir o acordo ortográfico nas escolas, mas defendem a necessidade de materiais de apoio para a adaptação dos docentes.

Isabel Alçada confirmou na semana passada o adiamento da entrada em vigor do acordo ortográfico nas escolas para o ano letivo 2011-2012 e considerou não haver necessidade de investir na formação de professores para esta adaptação.

Para Paulo Feytor Pinto, presidente da Associação dos Professores de Português (APP), a decisão da ministra merece concordância na medida em que também os novos programas de ensino básico só vão entrar em vigor na mesma altura.

“A nossa opinião de base é que o acordo deve entrar com os novos programas, que eram para 2010, mas como passaram para o ano seguinte, concordamos”, disse à Lusa.

Relativamente à decisão de não investir em formação para os professores, Paulo Feytor Pinto considera que de facto não é necessária, uma vez que “não há muitas alterações de fundo” e por isso um “conhecedor da língua portuguesa não precisa de nova formação”.

No entanto, sublinha a importância de disponibilizar na Internet, no site do ministério ou da APP, materiais que permitam a auto-formação dos docentes.

O secretário geral da Fenprof, Mário Nogueira, afirma por seu lado que, “em relação às questões que têm a ver com formação, [não se pode esperar] que as pessoas vão lendo e resolvendo os problemas”.

Embora não defenda uma formação aprofundada, o sindicalista é da opinião de que deve haver cadernos ou textos de apoio, e não ficar à espera que o corretor do computador assinale a vermelho a palavra errada.

Relativamente ao calendário para introdução do acordo ortográfico, o sindicato mostra-se favorável, considerando que é positivo estabelecer um prazo que não seja imediato e que dê tempo às pessoas para se adaptarem.

Sobre o acordo ortográfico em si, o responsável da Fenprof lembra que “a dinâmica da língua é assim mesmo” e que “sempre houve alterações”, salientando que “o importante é criar condições para que aos poucos seja introduzido”.

LUSA

► via Correio do Minho

sábado, 30 de janeiro de 2010

Jornais rendem-se ao novo acordo ortográfico

Depois da Lusa ter iniciado hoje nova grafia

“Expresso” e “Diário Económico” adoptam novo acordo ortográfico “nos próximos meses

30.01.2010 - 15:40 Por Lusa

“Faz sentido a comunicação social portuguesa adoptar o Acordo Ortográfico. O Expresso vai, seguramente, adoptá-lo e só ainda não o fez porque temos alguns problemas técnicos relacionados com o sistema editorial e com o corretor ortográfico que estamos neste momento a tentar superar”, disse à Lusa o director do semanário, Henrique Monteiro.

O director do Expresso prevê, no entanto, que “seja uma questão de meses” até que o jornal adopte as normas do Acordo Ortográfico.

“A única coisa que precisamos é ter a certeza que as ferramentas existem, dar uma pequena formação aos jornalistas e aos “copy desk” [asseguram a revisão dos textos dos jornalistas] e avançar”, disse Henrique Monteiro, explicando que “a parte mais complicada é a adaptação do sistema editorial”.

O Diário Económico (DE), que “tem um jornal irmão no Brasil, o Brasil Económico”, deverá adoptar o Acordo Ortográfico “até ao final do primeiro trimestre”, disse à Lusa o director, António Costa.

“A introdução das novas regras ortográficas vai diminuir muito as diferenças que existem hoje em termos de escrita entre o DE e o Brasil Económico, o que só potencia o DE no mercado brasileiro e o Brasil Económico no mercado português”, realçou António Costa.

O DE já “tem instalado o sistema informático necessário à adaptação às novas regras”, disse António Costa, explicando que o jornal “só não avança já” para o Acordo Ortográfico, porque considera que o processo deve ser “discutido com a redacção”.

“Deve haver uma base de formação para preparar os jornalistas para as novas regras. Vai ser necessário um trabalho de adaptação, para que o leitor se adapte à nova grafia”, considerou.

“O país não pode fechar-se em si mesmo. Não faz sentido vivermos de costas para o que é hoje o centro da Lusofonia, que é o Brasil”, defendeu, salientando que o facto de a agência Lusa ter adoptado o Acordo Ortográfico é um “contributo importante para os jornais e outros órgãos de comunicação social avançarem”.

O PÚBLICO decidiu não avançar para já com o novo acordo ortográfico.

► PÚBLICO

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Vocabulário Ortográfico on-line

Tome nota: é lançada amanhã no portal da Academia Brasileira de Letras a versão on-line do Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa.

sábado, 23 de janeiro de 2010

Eu também estou de acordo

Comentário:
Apesar de eu não concordar com muitas das mudanças previstas no Acordo Ortográfico, as quais levarão a um abastardamento da língua, concordo com a posição do presidente da Associação de Professores de Português. Como no mês de Setembro assistiremos à introdução de novos manuais de Português e de outras disciplinas, estes já deverão conter a nova grafia. Caso contrário, ficarão desactualizados durante alguns anos.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

À escolha do freguês...

sábado, 19 de dezembro de 2009

Associação de Livreiros aplaude decisão da ministra da Educação

Vasco Teixeira, um dos mais acutilantes críticos do acordo ortográfico, saudou esta quarta-feira a decisão da ministra da Educação, Isabel Alçada, de não aplicar nas escolas as novas regras para a ortografia já em 2010.

De acordo com o vice-presidente da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros com o pelouro do livro escolar, esta decisão mostra «bom senso e conhecimento de causa» por parte do ministério da Educação.

«Mostra conhecer o assunto porque é completamente impossível aplicar o acordo ao sistema educativo já em Setembro de 2010. Todo o processo implica a produção de milhões de manuais, ajustes nas bibliotecas escolares, na formação de professores e tudo isso demora bastante tempo e tem que ser bem planeado», afirmou Vasco Teixeira em declarações à TSF.

O responsável pela produção de livros escolares em Portugal acrescentou que a aplicação do acordo «será possível para 2011 ou 2012 mas não para Setembro de 2010».

A ministra da Educação revelou, esta quarta-feira, que o acordo ortográfico não será aplicado nas escolas já no próximo ano, acrescentando que ainda não há prazos para o fazer. Isabel Alçada considerou que é preciso preparar melhor a mudança e informou que está a ser definida uma estratégia ainda sem metas.

Fonte: TSF [17.12.2009]

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Acordo Ortográfico não entra nas escolas no próximo ano

A aplicação do acordo ortográfico nas escolas não vai entrar em vigor no próximo ano, anunciou a ministra da Educação Isabel Alçada, esta manhã, no final da abertura do seminário “O Impacto das Avaliações Internacionais nos Sistemas Educativos”, no Conselho Nacional de Educação, em Lisboa.

“Estamos a definir a estratégia mas ainda não estão definidas metas. Não é no próximo ano ainda, [porque] temos que fazer todo um trabalho com os diferentes parceiros para definir a forma como o acordo ortográfico será introduzido.”, disse à margem da conferência.

Isabel Alçada assegura que “não é complicado” aplicar o acordo nas escolas.

No final de Novembro, em Bruxelas, a ministra da Cultura Gabriela Canavilhas disse que o acordo entrará em vigor em Portugal, sem atrasos, em Janeiro.

“Há uma planificação prevista que vai ser cumprida, tal como ela foi aprovada”, disse Gabriela Canavilhas. No entanto, Portugal tem como meta 2014 para terminar a aplicação do acordo que foi assinado em 1990.

Fonte: PÚBLICO