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quarta-feira, 3 de julho de 2013

CDS arruma a tralha e abandona Governo

terça-feira, 2 de julho de 2013

Governo à beira da queda?

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Unidade para inglês ver?!...

domingo, 2 de dezembro de 2012

Já percebeu isto?!



Passos: «Precisamos que as pessoas queiram ouvir»

Pedro Passos Coelho diz que mais do que saber comunicar é preciso que as pessoas queiram ouvir. O primeiro-ministro defendeu esta noite que não se pode deitar fora o trabalho do debate sobre as reformas estruturais.
«Claro que para sermos bem sucedidos na comunicação não precisamos apenas de saber comunicar, precisamos também que as pessoas queiram ouvir», disse Passos Coelho.
«Aquilo que o país precisa de fazer, não é o Governo, é o país que precisa de fazer, tem de ter uma adesão muito grande das pessoas. As verdadeira reformas que duram são aquelas que são sentidas como necessárias pelas pessoas», explicou o primeiro-ministro. 
► FONTE: TVI24

domingo, 25 de novembro de 2012

domingo, 12 de agosto de 2012

terça-feira, 19 de abril de 2011

Lista de candidatos a deputados — PSD

Eis a lista daqueles que o Partido Social Democrata (PSD) escolheu para candidatar ao lugar de deputado na Assembleia da República nas próximas eleições, que terão lugar a 5 de Junho.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Mais um que faz pela vida e defende os amigos…

Afirmação de Basílio Horta

“Passos não está preparado para governar nesta fase”

por Lusa

Basílio Horta considerou hoje, em Celorico de Basto, que o líder do PSD, Pedro Passos Coelho, “não está preparado para governar o país nesta fase” e que o chumbo do PEC4 foi “uma decisão muito errada”.

“Foi um erro gravíssimo que só a inexperiência pode justificar”, afirmou o presidente da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP). Para Basílio Horta, que falava à margem da inauguração de um pólo empresarial em Celorico de Basto, o chumbo do PEC4 fez com que o Governo ficasse, perante a Europa, “completamente desarmado, dando a entender que não queria aceitar os sacrifícios que os outros aceitam”.

“Se queriam derrubar o Governo, havia mecanismos para isso”, afirmou Basílio Horta aos jornalistas. Questionado sobre o impacto da entrada do FMI em Portugal, disse não ser “o fim da pátria, nem do mundo, porque vem dizer aquilo já devíamos ter feito há mais tempo”.

O presidente da AICEP lembrou que a receita do Fundo Monetário Internacional é “reduzir a despesa pública e pôr em ordem as contas públicas”. “Isso é fundamental para que o dinheiro que vai para a burocracia vá para a economia”, defendeu.

► Diário de Notícias

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Olha! Um socialista lúcido!...


sábado, 9 de abril de 2011

PS quer tirar Coelho do caminho

“Socialistas unânimes: a culpa da crise é do PSD”

Como será possível pôr isso em prática?

Digam-me lá uma coisa: será possível dialogar com quem já mostrou não ter capacidade de saber ouvir? Ora no Congresso do PS, a decorrer em Matosinhos, todos apelam ao diálogo!... Quem consegue dar aquilo que não tem?

Olha a novidade!..

“Sócrates faz ataque ao PSD e apela ao voto útil à esquerda”

domingo, 3 de abril de 2011

Já começou a campanha eleitoral?

O Secretário geral do PS criticou as declarações do líder do PSD sobre o apoio ao Governo se pedir ajuda externa quando se declarou “irredutível” para aprovar o PEC.

O secretário-geral do PS, José Sócrates, acusou ontem o líder do PSD, Pedro Passos Coelho, de “notável cinismo” ao declarar que apoia o Governo na decisão de pedir ajuda externa.

“Diz ele que está absolutamente disponível para dar todo o apoio ao Governo, se o Governo for pedir ajuda externa para resolver os nossos problemas. Então, o líder do PSD declarou-se irredutível para aprovar o programa de Estabilidade e Crescimento (PEC) e diz agora que apoia o governo a pedir ajuda ao FMI. Mas saberá o líder do PSD o que isto significa?”.

E acrescentou: “Terá ele a consciência do prejuízo que isso significa para o nosso país, terá ele ideia dos danos de reputação e de desprestígio para o nosso país. O PEC salvava o nosso país de ter de pedir ajuda externa”.

O dirigente do PS considerou que “infelizmente, por um ato de total inconsciência, toda a oposição se juntou para derrotar o PEC que garantiria que Portugal não precisaria de nenhuma ajuda externa. Isso foi um gesto de total irresponsabilidade”.

(…)

► Expresso

quarta-feira, 30 de março de 2011

Mais uma revogação no Parlamento

Parlamento

Oposição revoga decreto que aumentou limites de autorização de despesa pública

30.03.2011 — 18:27 Por Lusa

A oposição no Parlamento revogou hoje, com os votos contra do PS, o decreto-lei do Governo que aumentou os limites para a autorização de despesa por parte do Estado, autarquias, institutos, fundações, associações e empresas públicas.

(…)

► PÚBLICO

Oposição atalha veleidades do Governo

Oposição revoga decreto que aumentou limites de autorização de despesa pública

A oposição no Parlamento revogou hoje, com os votos contra do PS, o decreto-lei do Governo que aumentou os limites para a autorização de despesa por parte do Estado, autarquias, institutos, fundações, associações e empresas públicas.

No final de um debate promovido pelos sociais-democratas, foram aprovados em conjunto, com os votos favoráveis de toda a oposição, quatro projectos de resolução do PSD, CDS-PP, BE e PCP de cessação da vigência deste decreto-lei do Governo, n.º 40/2011, de 22 de Março.

O presidente da Assembleia da República, Jaime Gama, referiu que, com esta votação, ficam em vigor os anteriores limites para a autorização de despesa pública, fixados no decreto-lei n.º197/99, de 8 de Junho.

Lusa/SOL

segunda-feira, 21 de março de 2011

A carta

PEC IV

Leia a carta do compromisso assumido por Sócrates com Bruxelas

Económico
19/03/11 16:21

São doze páginas que mostram o compromisso que Sócrates assumiu com Bruxelas e com o BCE.

O Governo enviou às autoridades europeias um documento de 12 páginas onde Sócrates se compromete com a aplicação das novas medidas de austeridade, anunciadas em Portugal pela primeira vez a 11 de Março.

No documento, que está disponibilizado no próprio ‘site’ do Governo, surgem por diversas vezes as palavras ‘committed’ e ‘full commitment’, que ilustram bem o grau de compromisso assumido por Portugal perante as autoridades europeias.

O PSD, pela voz de Miguel Relvas, disse ao Expresso que “se for verdade o compromisso escrito, o primeiro-ministro enganou o País e os parceiros europeus”.

Já o gabinete do primeiro-ministro desvaloriza o valor do “compromisso” que diz serem “cartas pró-forma” e “formalidades normais”. Ou seja, na prática, o Governo mantém que continua disponível para negociar com a oposição, apesar dos compromissos assumidos em Bruxelas e em Frankfurt.

O semanário diz que o pacote das novas medidas de austeridade foi formalmente comunicado, por escrito, ao BCE e à Comissão Europeia no dia 10 de Março, acompanhado por uma carta dirigida a Jean-Claude Trichet e a Durão Barroso, assinada pelo primeiro-ministro José Sócrates.

sábado, 19 de março de 2011

Alguém acredita nele?