quarta-feira, 3 de julho de 2013
terça-feira, 2 de julho de 2013
segunda-feira, 29 de abril de 2013
domingo, 2 de dezembro de 2012
Já percebeu isto?!
Passos: «Precisamos que as pessoas queiram ouvir»
domingo, 25 de novembro de 2012
sábado, 6 de outubro de 2012
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
domingo, 26 de agosto de 2012
domingo, 12 de agosto de 2012
terça-feira, 19 de abril de 2011
Lista de candidatos a deputados — PSD
Eis a lista daqueles que o Partido Social Democrata (PSD) escolheu para candidatar ao lugar de deputado na Assembleia da República nas próximas eleições, que terão lugar a 5 de Junho.
segunda-feira, 18 de abril de 2011
Mais um que faz pela vida e defende os amigos…
Afirmação de Basílio Horta
“Passos não está preparado para governar nesta fase”
por Lusa
Basílio Horta considerou hoje, em Celorico de Basto, que o líder do PSD, Pedro Passos Coelho, “não está preparado para governar o país nesta fase” e que o chumbo do PEC4 foi “uma decisão muito errada”.
“Foi um erro gravíssimo que só a inexperiência pode justificar”, afirmou o presidente da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP). Para Basílio Horta, que falava à margem da inauguração de um pólo empresarial em Celorico de Basto, o chumbo do PEC4 fez com que o Governo ficasse, perante a Europa, “completamente desarmado, dando a entender que não queria aceitar os sacrifícios que os outros aceitam”.
“Se queriam derrubar o Governo, havia mecanismos para isso”, afirmou Basílio Horta aos jornalistas. Questionado sobre o impacto da entrada do FMI em Portugal, disse não ser “o fim da pátria, nem do mundo, porque vem dizer aquilo já devíamos ter feito há mais tempo”.
O presidente da AICEP lembrou que a receita do Fundo Monetário Internacional é “reduzir a despesa pública e pôr em ordem as contas públicas”. “Isso é fundamental para que o dinheiro que vai para a burocracia vá para a economia”, defendeu.
quarta-feira, 13 de abril de 2011
sábado, 9 de abril de 2011
Como será possível pôr isso em prática?
Digam-me lá uma coisa: será possível dialogar com quem já mostrou não ter capacidade de saber ouvir? Ora no Congresso do PS, a decorrer em Matosinhos, todos apelam ao diálogo!... Quem consegue dar aquilo que não tem?
domingo, 3 de abril de 2011
Já começou a campanha eleitoral?
O Secretário geral do PS criticou as declarações do líder do PSD sobre o apoio ao Governo se pedir ajuda externa quando se declarou “irredutível” para aprovar o PEC.
O secretário-geral do PS, José Sócrates, acusou ontem o líder do PSD, Pedro Passos Coelho, de “notável cinismo” ao declarar que apoia o Governo na decisão de pedir ajuda externa.
“Diz ele que está absolutamente disponível para dar todo o apoio ao Governo, se o Governo for pedir ajuda externa para resolver os nossos problemas. Então, o líder do PSD declarou-se irredutível para aprovar o programa de Estabilidade e Crescimento (PEC) e diz agora que apoia o governo a pedir ajuda ao FMI. Mas saberá o líder do PSD o que isto significa?”.
E acrescentou: “Terá ele a consciência do prejuízo que isso significa para o nosso país, terá ele ideia dos danos de reputação e de desprestígio para o nosso país. O PEC salvava o nosso país de ter de pedir ajuda externa”.
O dirigente do PS considerou que “infelizmente, por um ato de total inconsciência, toda a oposição se juntou para derrotar o PEC que garantiria que Portugal não precisaria de nenhuma ajuda externa. Isso foi um gesto de total irresponsabilidade”.
(…)
► Expresso
quarta-feira, 30 de março de 2011
Mais uma revogação no Parlamento
Parlamento
Oposição revoga decreto que aumentou limites de autorização de despesa pública
30.03.2011 — 18:27 Por Lusa
A oposição no Parlamento revogou hoje, com os votos contra do PS, o decreto-lei do Governo que aumentou os limites para a autorização de despesa por parte do Estado, autarquias, institutos, fundações, associações e empresas públicas.
(…)
► PÚBLICO
Oposição atalha veleidades do Governo
Oposição revoga decreto que aumentou limites de autorização de despesa pública
A oposição no Parlamento revogou hoje, com os votos contra do PS, o decreto-lei do Governo que aumentou os limites para a autorização de despesa por parte do Estado, autarquias, institutos, fundações, associações e empresas públicas.
No final de um debate promovido pelos sociais-democratas, foram aprovados em conjunto, com os votos favoráveis de toda a oposição, quatro projectos de resolução do PSD, CDS-PP, BE e PCP de cessação da vigência deste decreto-lei do Governo, n.º 40/2011, de 22 de Março.
O presidente da Assembleia da República, Jaime Gama, referiu que, com esta votação, ficam em vigor os anteriores limites para a autorização de despesa pública, fixados no decreto-lei n.º197/99, de 8 de Junho.
Lusa/SOL
segunda-feira, 21 de março de 2011
A carta
PEC IV
Leia a carta do compromisso assumido por Sócrates com Bruxelas
Económico
19/03/11 16:21
São doze páginas que mostram o compromisso que Sócrates assumiu com Bruxelas e com o BCE.
O Governo enviou às autoridades europeias um documento de 12 páginas onde Sócrates se compromete com a aplicação das novas medidas de austeridade, anunciadas em Portugal pela primeira vez a 11 de Março.
No documento, que está disponibilizado no próprio ‘site’ do Governo, surgem por diversas vezes as palavras ‘committed’ e ‘full commitment’, que ilustram bem o grau de compromisso assumido por Portugal perante as autoridades europeias.
O PSD, pela voz de Miguel Relvas, disse ao Expresso que “se for verdade o compromisso escrito, o primeiro-ministro enganou o País e os parceiros europeus”.
Já o gabinete do primeiro-ministro desvaloriza o valor do “compromisso” que diz serem “cartas pró-forma” e “formalidades normais”. Ou seja, na prática, o Governo mantém que continua disponível para negociar com a oposição, apesar dos compromissos assumidos em Bruxelas e em Frankfurt.
O semanário diz que o pacote das novas medidas de austeridade foi formalmente comunicado, por escrito, ao BCE e à Comissão Europeia no dia 10 de Março, acompanhado por uma carta dirigida a Jean-Claude Trichet e a Durão Barroso, assinada pelo primeiro-ministro José Sócrates.


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