Há cada vez mais partidários da educação à japonesa, com turmas muito grandes mas professores muito bons. O ensino teria de deixar de ser um refúgio de medíocres.
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Este é um espaço onde poderei dar conta das minhas reflexões, alegrias, inquietações e também das minhas indignações. Deixo claro que não hipotequei a minha liberdade a nenhum partido político. Tal como escreveu o ilustre escritor Miguel Torga, meu comprovinciano, «Não posso ter outro partido senão o da liberdade»...
Há cada vez mais partidários da educação à japonesa, com turmas muito grandes mas professores muito bons. O ensino teria de deixar de ser um refúgio de medíocres.
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Escolas com melhor avaliação externa terão maiores percentagens de professores com Excelente e Muito Bom
Os professores do ensino básico e secundário que estão a avaliar outros docentes já não terão, em princípio, de poupar nas classificações de Muito Bom e Excelente com receio de que a percentagem máxima se esgote antes da sua vez.
Um projecto de despacho do Ministério da Educação (ME), que começará a ser negociado com os sindicatos na próxima semana, cria quotas diferenciadas para as classificações de mérito para quatro grupos de docentes: os relatores (que são os avaliadores), os docentes do quadro, os contratados e os professores que são avaliados pelo directores dos agrupamentos.
Neste último grupo incluem-se, entre outros, os coordenadores de departamentos e de centros Novas Oportunidades. Um segundo projecto de despacho confirma para os directores as percentagens máximas estabelecidas para os dirigentes intermédios pelo Sistema Integrado de Avaliação do Desempenho na Administração Pública (SIADAP): 25 por cento para as menções de Desempenho Relevante e, de entre estas, cinco por cento para o reconhecimento de Desempenho Excelente. A avaliação é feita pelos directores regionais de Educação.
Uma das principais críticas que as escolas têm feito ao actual modelo prende-se precisamente com o facto de, a seis meses do final deste ciclo avaliativo, ainda não terem sido estabelecidas quotas diferenciadas para os diferentes grupos de docentes, o que estará a criar um “ambiente de desconfiança” sobretudo na relação entre avaliados e avaliadores.
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► PÚBLICO
A Avaliação do Desempenho dos Docentes está a fazer germinar um movimento de revolta, pois a sua realização em vez de melhorar a situação nas escolas está a criar um clima pouco recomendável entre os docentes. Daí que haja cada vez mais vozes a pedir a sua reformulação, conforme esta reportagem publicada pelo jornal regional «A Voz de Trás-os-Montes» e divulgada no blogue do Paulo Guinote.
Os novos diplomas relativos à Avaliação do Desempenho do Pessoal Docente e ao Estatuto da Carreira Docente foram publicados no Diário da República. O Portal da Educação, sítio da responsabilidade do Ministério da Educação, apresenta os «aspectos consideradas (sic) mais relevantes».
O Ministério da Educação até pode insistir na avaliação, mas esperam-no muitas acções de luta no que resta do ano lectivo. É esta a promessa deixada ontem da Federação Nacional dos Professores (Fenprof), onde Mário Nogueira começou por estimar em “
No encontro com jornalistas, o sindicalista explicou que as projecções em relação aos objectivos se baseiam em números provisórios de cerca de um terço das escolas, aquelas que já concluíram esta fase. “Na maioria das escolas, o prazo para a entrega ainda não acabou”, frisou, apelando aos professores para que continuem a recusar dar esse passo.
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Fonte: Diário de Notícias
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Ana Drago avisa os mais distraídos Mirem-se no exemplo! Um país que reconhece o valor dos seus docentes