terça-feira, 2 de abril de 2013
domingo, 19 de dezembro de 2010
terça-feira, 29 de junho de 2010
A sério?!...
Maximinos vai ser o único mega-agrupamento de Braga
A ministra da Educação decidiu que o mega-agrupamento de Maximinos vai arrancar já em Setembro, sendo esta a única fusão a ocorrer em todo o distrito de Braga. Apesar de terem sido apontadas fusões para praticamente todos os concelhos da região, Isabel Alçada decidiu retroceder perante a pressão dos directores dos agrupamentos e dos deputados do PS. O argumento que fez parar os outros processos foi a sobrelotação das secundárias e a certeza de que há escolas do ensino básico que vão passar a ministrar aulas do secundário.
Fonte: Diário do Minho
quinta-feira, 24 de junho de 2010
Mega-agrupamentos: mega-ficções
De como os mega agrupamentos podem reduzir o controlismo sobre os docentes e as funções burocráticas e administrativas
Esta é a tese de Ramiro Marques, que vê nos mega-agrupamentos uma forma de tornar difuso ou impossível o controlo da qualidade dos processos educativos e para quem o problema é só dos directores que perderam o lugar.
A minha visão é totalmente diferente. Os mega-agrupamentos são a consagração oficial "da anarquia organizada", da "balcanização" das organizações escolares, dos "sistemas debilmente articulados", da impossibilidade de unidade de referência na acção educativa, como a investigação largamente documenta. Por outro lado, poderão ser um instrumento de diluição de responsabilidade, de acréscimo de dificuldade de articulação vertical e horizontal. A ineficiência e ineficácia da acção serão muito mais plausíveis nestes monstros organizacionais.
E mesmo os que se esforçam por mostrar a poupança na contabilidade, tendem a esquecer os custos associados. A minha hipótese (a investigar) é que os prejuízos são superiores às poupanças.
Com a devida vénia ao José Matias Alves
(Blogue Terrear)
quarta-feira, 23 de junho de 2010
Reordenamento da rede escolar está a motivar protestos em Trás-os-Montes
O reordenamento da rede escolar continua a motivar protestos. Em Trás-os-Montes, está prevista a fusão do agrupamento de Sendim com o de Miranda do Douro, mas os habitantes de Sendim consideram que esta medida é o princípio do fim das escolas da vila.

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