terça-feira, 7 de abril de 2020

segunda-feira, 6 de abril de 2020

Leituras (V)

Publico mais um extracto da obra Conversas com Deus, de Neale Donald Walsch, que completa o que publiquei anteriormente, para quem estiver interessado em leituras que nos deixam pensativos e nos fazem reflectir... E é uma pena que haja pouca gente interessada nisso. Tal como a terra precisa de água, para ser lavrada mais facilmente, o ser humano tem de passar pelo sofrimento para ficar mais sensível... 

Leituras (IV)

Publico hoje mais um extracto da obra Conversas com Deus, de Neale Donald Walsch, para quem estiver interessado em leituras que nos deixam pensativos e nos fazem reflectir... 

domingo, 1 de março de 2020

domingo, 15 de setembro de 2019

terça-feira, 27 de agosto de 2019

Leituras (III)

Aqui fica mais um extracto do livro que tenho vindo a divulgar.

quinta-feira, 15 de agosto de 2019

Partilha de leituras (II)

Na sequência da publicação de um extracto da obra «Conversa com Deus», de Neale Donald Walsch, aqui fica mais um.

Então Jesus não veio de Deus, veio do espaço exterior.
O vosso erro esta em separarem os dois. Insistem em fazer uma distinção, tal como insistem em fazer separação e distin­ção entre humanos e Deus. E digo-vos, não há distinção.

Hummm. Está bem. Podes dizer-me umas últimas coisas sobre os seres de outros mundos antes de terminarmos? O que vestem? Como comunicam? E por favor não digas que continua a ser apenas curiosidade sem objectivo. Penso ter demonstrado que podemos ter aqui algo a aprender.
Está certo. Resumidamente.
Nas culturas altamente evoluídas, os seres não vêem necessidade de se vestirem, excepto quando é necessário para se protegerem de elementos ou condições sobre as quais não exercem qualquer controlo, ou quando usam ornamentos para indicar uma “posição” ou distinção.
Um SAE não compreenderia porque cobrem totalmente o corpo quando não precisam – certamente não entenderia o conceito de “vergonha” ou “modéstia” –, e nunca poderia aceitar a ideia de roupagens para se tornar “mais bonito”. ­Para
um SAE não existe nada mais belo que o próprio corpo nu, e portanto o conceito de usar uma coisa por cima para o tornar mais agradável ou atraente seria totalmente incompreensível. Igualmente incompreensível seria a ideia de viver – e passar a maior parte do tempo – em caixas... a que chamam “prédios” e “casas”. Os SAE vivem no ambiente natural e só ficariam dentro duma caixa se o ambiente se tornasse inóspito – o que raramente acontece, já que as civilizações altamente evoluídas criam, controlam e cuidam dos seus ambientes.
Os SAE também compreendem que são Um com o ambiente, que partilham mais do que espaço com os seus ambien­tes, partilhando também uma relação mutuamente depen­dente. Um SAE nunca poderia compreender porque danificam ou destroem o que vos sustenta, e só poderia concluir que não compreendem que é o vosso ambiente que vos sustenta; que são seres com capacidades de observação muito limitadas.
Quanto à comunicação, um SAE utiliza como primeiro nível de comunicação o aspecto do seu ser a que chamariam sentimentos. Os SAE têm consciência dos seus sentimentos dos sentimentos dos outros, e ninguém faz jamais qualque­r tentativa de esconder os sentimentos. Os SAE considerariam auto-derrotista, e portanto incompreensível, esconder os sentimentos e depois queixar-se de que ninguém compreende como se sentem.
Os sentimentos são a linguagem da alma, e os seres alta­mente evoluídos compreendem-no. O propósito da comunicação numa sociedade de SAE é conhecerem-se uns aos outros na verdade. Um SAE, portanto, não pode, nem jamais poderia, compreender o vosso conceito humano de “mentir”.
Conseguir fazer o que se quer comunicando uma não ver­dade seria para um SAE uma vitória tão vazia, que deixaria de ser uma vitória para passar a ser uma derrota avassaladora.
Os SAE não “dizem” a verdade, os SAE são a verdade. Todo o seu ser provém de “o que é assim” e de “o que funci­ona”, e os SAE aprenderam, desde há muito, num tempo para além da memória em que a comunicação ainda se fazia através de sons guturais, que a não-verdade não funciona. Na vossa sociedade, ainda não aprenderam isso.
No vosso planeta, grande parte da sociedade baseia-se no secretismo. Muitos de vós acreditam que é o que se esconde dos outros, e não o que se diz aos outros, que faz as coisas funcionarem. O secretismo tornou-se assim o vosso código social, o vosso código de ética. É verdadeiramente o vosso Código Secreto.
Isto não é verdade para todos vós. As vossas culturas anti­gas, por exemplo, e os povos indígenas, não vivem por esse código. E muitos indivíduos na vossa sociedade actual recusa­ram-se a adoptar esses comportamentos.
No entanto, o vosso governo rege-se por esse código, as empresas adoptam-no, e muitas das vossas relações reflec­tem-no. Mentir – sobre grandes e pequenas coisas – tornou-­se de tal forma aceite por tantos que até mentem sobre a mentira. Foi assim que desenvolveram um código secreto do vosso Código Secreto. Como o facto de o imperador ir nu, todos o sabem, mas ninguém fala no assunto. Até tentam fin­gir que não é assim – e aí estão a mentir a vós próprios.

Já tinhas frisado esse ponto anteriormente.
Estou a repetir neste diálogo os pontos essenciais, os pon­tos principais, que tens de “apanhar” se queres verdadeira­mente mudar as coisas, tal como dizes.
Portanto di-lo-ei outra vez: As diferenças entre as culturas humanas e as culturas altamente evoluídas são que os seres altamente evoluídos:
1. Observam totalmente;
2. Comunicam com verdade.
Vêem “O que funciona” e dizem “O que é assim”. Esta é outra mudança minúscula, mas profunda, que melhoraria incomensuravelmente a vida no vosso planeta.
E não é, a propósito, uma questão de moral. Não existem “imperativos morais” numa sociedade de SAE, e esse seria um conceito tão intrigante quanto a mentira. É simplesmente uma questão do que é funcional, do que traz benefícios.

 Neale Donald Walsch, Conversas com DeusLivro 3, 
Sinais de Fogo – Publicações, L.daLisboa, 2012 (8.ª edição), págs. 401-404

sexta-feira, 2 de agosto de 2019

Quem acha que os docentes são uns privilegiados ?

O «Correio do Minho», publicou hoje um texto de opinião, da autoria de José Agostinho Pereira, que desconheço. Trata-se de mais um ataque à classe docente, mais parecendo «trabalho encomendado» para denegrir os Professores ...

segunda-feira, 15 de julho de 2019

Partilha de leituras (I)

Numa das minhas leituras recentes (Conversas com Deus, de Neale Donald Walsch), houve um extracto que atraiu mais a minha atenção. Quero começar a partilhá-lo convosco.

domingo, 14 de abril de 2019

segunda-feira, 31 de dezembro de 2018

«Os professores - palavra em destaque ! »

Uma opinião, que acredito ser sincera, 
da Directora do Agrupamento de Escolas 
André Soares. 

quarta-feira, 17 de outubro de 2018

Henrique Neto não se cansa de avisar ...

Henrique Neto, empresário que foi também deputado à Assembleia da República, eleito nas listas do Partido Socialista, foi um crítico dos governos de José Sócrates e agora também o é de António Costa. Esperemos que não se torne realidade aquilo que ele antevê ...

sábado, 23 de junho de 2018

sexta-feira, 22 de junho de 2018

A greve está a fazer o seu caminho...

segunda-feira, 1 de janeiro de 2018

domingo, 31 de dezembro de 2017

sábado, 30 de dezembro de 2017

Olha quem escreve sobre Educação !

    A antiga ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, que pôs em marcha uma guerra sem quartel contra os docentes, chegando a reunir 100 mil em Lisboa, os quais exteriorizaram, durante uma marcha, a sua indignação em relação à política educativa desenhada por aquela governante, resolveu agora, num artigo de opinião intitulado «Pensar as políticas de saúde e de educação», publicado na edição do Diário de Notícias do passado dia 29 de Dezembro, escrever sobre a Educação. Aqui fica um extracto do referido artigo, no que se refere à Educação.

Na educação, as questões críticas dizem hoje respeito às necessidades de forma­ção dos adultos. São cerca de 600 mil, com idades entre os 25 e os 35 anos, os que não concluíram o básico ou o secundário. Precisamos de criar oportunidades de qualifi­cação para estes adultos e de au­mentar o número dos que prosse­guem estudos no superior. Por isso, não têm razão os estudos que invo­cam razões demográficas para con­cluir que o número de alunos ten­derá a diminuir e que há ou haverá em breve excesso de professores. Nos cenários traçados nesses estu­dos raramente se inclui a exigência de qualificação dos adultos e a identificação dos recursos para tal necessários. Se o fizermos, conclui­remos que, em Portugal, não exis­tem escolas ou professores a mais, mas alunos a menos. São portanto necessárias políticas de educação de adultos, se queremos mesmo superar os défices de qualificação que são, simultaneamente, obstá­culos ao desenvolvimento econó­mico e um dos fundamentos da de­sigualdade social que marca nega­tivamente o país.
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Diário de Notícias   SEXTA-FEIRA 29.12.2017 
 Ano 154.º | N.º 54 309

terça-feira, 26 de dezembro de 2017

domingo, 24 de dezembro de 2017

domingo, 19 de novembro de 2017