sexta-feira, 6 de março de 2009

Samuel Beckett era afinal um amante do género epistolar

Dificilmente se poderia acreditar, caso não estivesse aqui a evidência: Samuel Beckett o mais taciturno e reservado dos escritores do século XX — o homem que afirmou “cada palavra é como uma nódoa desnecessária no silêncio e no nada” — era de facto um dos grandes correspondentes do século.

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Fonte: The New York Times

Imprensa norte-americana muda de estratégia para resistir à crise

Último recurso ou fuga para a frente ? Com perdas de 14 milhões de dólares, o diário americano The Seattle Post-Intelligencer (118 000 exemplares) poderá tornar-se um jornal electrónico para simplesmente continuar a existir.

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Fonte: Le Figaro

Bloco de Esquerda propõe debate subordinado ao tema "Políticas de Igualdade para a Escola Pública"

O consulado de Maria de Lurdes Rodrigues vive da obsessão pela organização e gestão hierarquizada dos professores ― garantia do programa de empresarialização das escolas e da gestão por resultados ― e da banda larga. O Magalhães não é só o instrumento, necessário, da consagração de um direito. Ele é parte do mito de que todo o sucesso escolar se resolve com as novas tecnologias de informação e com profissionais domesticados (bons gestores de sala e recursos, bem geridos pela cadeia de comando). Visão simplista mas "moderna", na medida em que faz parte do caminho que o pensamento único tem traçado para a educação.

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Fonte: Bloco de Esquerda

Alegada discriminação no acesso a computadores do programa e-escolas

Depois de apresentar um requerimento em que questionava a alegada discriminação das crianças institucionalizadas devido ao regulamento do programa e-escolinhas, o Grupo Parlamentar do PSD apresentou hoje um segundo pedido de esclarecimentos, idêntico ao primeiro, mas relativo às condições impostas pelo programa e-escolas, destinado a crianças do 5.º ao 12.º ano de escolaridade. Isto porque, segundo a instituição que esteve na origem da iniciativa dos sociais-democratas, é este segundo grupo que, “na prática”, “não tem acesso aos computadores”.

A decisão de fazer um segundo requerimento foi tomada depois de direcção do Centro Paroquial de Promoção Social Rainha Santa Mafalda, de Arouca, ter anunciado, ontem, que, ao contrário do que o PSD alegava no primeiro (e que o PÚBLICO reproduziu), as crianças do 1.º ciclo do ensino Básico da instituição já dispõem do computador Magalhães, entregue no âmbito do programa e-escolinha.

Em comunicado, o responsável pelo Centro, o padre João Pedro Bizarro, sublinha que “o principal motivo da exposição enviada” ao primeiro-ministro e ao deputado social-democrata André Almeida “está relacionado com o programa e-escola”, no qual a instituição gostaria de inscrever 32 crianças e jovens. Não o pode fazer, explica, porque “os encargos económicos que daí advém são incomportáveis” para a sua e “para qualquer outra Instituição Particular de Solidariedade Social”.

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Fonte: PÚBLICO

FRANÇA Venda à distância: em breve uma solução anti-fraude

Um relatório preconiza, para proteger os consumidores das vendas à distância, uma série de medidas, entre as quais a possibilidade de pagar ao receber a encomenda.

Fonte: TF1

Estatuto do aluno é «um monumento ao disparate»

Comunicado de PCE depois da audiência na Comissão Parlamentar de Educação e Ciência

Os representantes dos mais de 200 Presidentes de Conselhos Executivos que se reuniram recentemente em Coimbra, foram recebidos na Assembleia da República, pelos deputados que integram a Comissão Parlamentar de Educação e Ciência, tornando depois público o seguinte comunicado.

Movimento cívico pede a Sócrates que se demita

Pais querem afastamento da directora da DREN

Supremo Tribunal Administrativo dá razão a recurso do Ministério da Educação

O Supremo Tribunal Administrativo (STA) deu razão a um recurso do Ministério da Educação no caso relacionado com um grupo de professoras às quais foi recusada em 2006 a justificação de uma falta dada para participarem numa reunião sindical.

Vítor Diogo, presidente do Conselho Executivo do Agrupamento de Escolas da Caranguejeira (Leiria) emitiu, a 14 de Junho de 2006, um despacho em que não considerava justificadas as faltas dadas por três professoras, a 6 de Junho.

Inconformadas, as professoras intentaram uma acção no Tribunal Administrativo de Leiria, considerando que tinha sido violado o disposto na Lei Sindical, mas a decisão desta instância, em Julho de 2007, foi desfavorável às docentes com o fundamento de que a reunião sindical se realizou fora do estabelecimento de ensino.

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Fonte: PÚBLICO

quinta-feira, 5 de março de 2009

OPINIÃO > Ricardo Araújo Pereira: «O congresso da falta de educação»

OPINIÃO > António Lobo Antunes: «Os jornais & eu»

EScolas vão poder escolher os seus professores a partir deste ano

As cerca de 60 escolas integradas nos Territórios Educativos de Intervenção Prioritária, localizadas em contextos sócio-económicos desfavorecidos e com elevadas taxas de abandono e insucesso escolar, vão poder a partir deste ano contratar directamente todos os seus professores.

“A partir deste ano, todos os professores desses estabelecimentos de ensino, mesmo os dos quadros, passarão a ser recrutados directamente pelas próprias escolas. Mais autonomia que isto não há”, disse à Lusa o secretário de Estado da Educação, Valter Lemos.

De acordo com uma proposta de portaria conjunta dos ministérios das Finanças e da Educação, que será ainda negociada com os sindicatos do sector, as escolas “definem os grupos de recrutamento a concurso, os requisitos de acesso, os critérios de selecção, de desempate, de exclusão e as listas finais de colocação”.

A medida justifica-se, segundo o secretário de Estado, com as “características e dificuldades especiais destes estabelecimentos de ensino”, sendo por isso necessário recrutar professores “com competências específicas” e com “muita vontade de trabalhar lá”.

Artigo completo no PÚBLICO

Escolas instalam câmaras de vídeo e microfones para espiar a 'performance' dos professores

As escolas estão a instalar câmaras de video e microfones nas salas de aulas para inspeccionarem os professores. A tecnologia de vigilância está a ser usada para verificar que os alunos estão a ser bem ensinados e para revelar os professores fracos.

Mas a abordagem tem provocado a fúria entre os sindicatos de docentes, os quais afirmam que as tácticas sugerem o Big Brother.

Fonte

terça-feira, 3 de março de 2009

Ministério da Educação à espera dos pareceres do CCAP e da OCDE


O Ministério da Educação aguarda pareceres do Conselho Científico para a Avaliação dos Professores e da OCDE para propor alterações ao modelo de avaliação docente, que os sindicatos do sector continuam a rejeitar.

Na reunião negocial para a revisão do Estatuto da Carreira Docente, o Ministério da Educação (ME) e a Federação Nacional dos Sindicatos da Educação (FNE) discutiram hoje também o modelo de avaliação para os próximos anos lectivos, num encontro que não trouxe novidades e no qual o sindicato reiterou a necessidade de acabar com as quotas para atribuição das classificações mais elevadas.

O Secretário de Estado Adjunto e da Educação, Jorge Pedreira, lembrou que o memorando de entendimento assinado com os sindicatos no ano passado apresentava um calendário de negociação que apontava que o essencial do regime de avaliação para os próximos anos deveria estar pronto no final deste ano lectivo.

“Sem prejuízo deste calendário, que aponta para a existência de propostas finais no final do ano lectivo, entendemos que deveremos trabalhar desde já com os sindicatos sobre uma matéria que é de opção política e que implica naturalmente a definição de um quadro em que as propostas técnicas se vão estabelecer”, disse.

No entanto, Jorge Pedreira destacou que o esboço da avaliação de desempenho para os próximos anos espera ainda a contribuição de um parecer do Conselho Científico que acompanha a aplicação do processo este ano, porque “o governo pretende colher a experiência da aplicação do actual regime de avaliação de desempenho”, e de outro parecer que o ministério pediu à OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico).

“Naturalmente, pedimos os pareceres para que eles pudessem influenciar a decisão que o Ministério vai tomar”, afirmou, realçando que “os pareceres não são sobre a estrutura da carreira, mas sim sobre a avaliação de desempenho”.

“Não faz sentido que tenha uma versão final de revisão do actual regime antes do trabalho de acompanhamento que está a ser feito, nomeadamente pelo conselho científico de avaliação de professores e antes de estar em posse dos pareceres”, sublinhou.

“Provavelmente, teremos esses pareceres em finais de Maio, no caso do Conselho Científico, e durante o mês de Junho, no caso da OCDE”, adiantou.

Segundo Jorge Pedreira, na reunião de hoje foram discutidos “princípios e objectivos da avaliação de desempenho”, tendo-se verificado “uma convergência de posições relativamente a muitos aspectos”, desde logo que a avaliação deve identificar as necessidades dos docentes e contribuir para a melhoria do desempenho e cobrir a generalidade das funções dos docentes.

No entanto, enquanto o Ministério “continua a considerar que é necessário uma responsabilidade individual pelo acto de avaliação, responsabilidade do avaliado e do avaliador”, a existência de uma hierarquia na carreira e diferenciação através de quotas, a FNE quer outro estatuto de carreira docente, “sem duas categorias hierarquizadas, sem quotas e sem vagas”.

“Não desistimos desta exigência que, aliás, ainda hoje nesta reunião reafirmámos”, disse aos jornalistas o líder da FNE, João Dias da Silva.

Sobre o modelo de avaliação que está a ser aplicado este ano, classificou-o de “injusto”, pela existência “de duas categorias de professores” e “por todo um conjunto de factores que estão a perturbar” a escola.

Depois desta reunião, a FNE vai pôr ainda à consideração dos seus órgãos a participação no cordão humano marcado pela FENPROF para sábado, tomando uma decisão, o mais tardar, sexta-feira.

PJ faz buscas no Ministério da Educação

As buscas foram realizadas em Fevereiro na sede do ministério. Em causa está um contrato com João Pedroso que não foi cumprido.

O Ministério da Educação foi alvo de buscas por parte de uma equipa de investigadores do Ministério Público e da Polícia Judiciária. No início de Fevereiro, sete elementos das duas entidades entraram nas instalações da sede do ministério na Avenida 5 de Outubro, em Lisboa, no âmbito de uma investigação ao contrato de 288 mil euros assinado entre o ministério e o magistrado, João Pedroso.

Fonte: Diário Económico

OPINIÃO > Manuel António Pina: «Crime e castigo»

OPINIÃO > João Gobern: «O estado da luz»

Eis a crónica de João Gobern, emitida pela Antena 1 a 02/03/2009.

http://ww1.rtp.pt/multimedia/index.php?prog=2587

OPINIÃO > Cunha Ribeiro: «ESPERTOS, INTELIGENTES E AFINS»

Já aqui publiquei há algum tempo um texto de opinião com este título. Recebi agora do seu autor uma segunda versão, a que agora aqui publico.

Quando ouvi pela primeira vez a explicação do que era aquilo do “Clero, Nobreza e Povo”, confesso que fiquei, logo aí, meio desconfiado da bondade humana… Sobretudo, custou engolir, que a divisão da sociedade em classes era quase uma imposição divina e que O POVO era a única das classes “ que trabalhava no duro; que pagava impostos; a mais humilde, mais indigente e a mais pobre e mal vestida”. Depois de ouvir esta última parte da lição, olhei para as minhas calças, meio coçadas e remendadas, para as minhas botas com a borracha nas lonas, e pensei : “ pronto, já sei o que me espera… e ainda por cima não há nada a fazer…”. E essa fatalidade social ainda saía mais reforçada pela boca da catequista, na doutrina, ao falar da tríade divina “Pai, Filho e Espírito Santo” e dos mundos escondidos “do Céu, do Purgatório e do Inferno”. Parecia que tudo tinha que estar dividido em TRÊS. Daí a minha perturbação…O certo é que, fatalidade divina ou terrena, vários séculos depois, temos o mundo ainda dividido em classes. Não são as mesmas (terão apenas mudado as moscas…) mas continua tudo às fatias . E então hoje o que temos? Hoje temos a classe dos ESPERTOS, a dos INTELIGENTES e a dos AFINS.

Os ESPERTOS, como se sabe, estão presentes em todas as profissões ( marcam sobretudo presença na difícil profissão de “ladrão” – onde se revela a nata dos espertalhões que há em todas). Felizmente (para o bem estar social), os ESPERTOS ainda são uma minoria. Mas uma minoria que cresce a um ritmo assustador. E porque é que os ESPERTOS são ainda uma minoria? Porque para ser ESPERTO é preciso ter vários “talentos” reunidos numa só pessoa. Para ser ESPERTO é preciso, por exemplo, ter lata. E antes muita do que pouca. Ter lata significa sair-se bem em todas as dificuldades da vida. E os ESPERTOS usam essa arma com exímia mestria. Depois, ser ESPERTO também requer o perfeito domínio da arte da mentira. O ESPERTO mente com muita habilidade e perícia. O ESPERTO é tão esperto que é mentiroso e parece que não . É um mágico da oralidade e dá erros na escrita. É, também, um inventor de palavras que, para os mais atentos, lhe saem da boca a soar a falso. É um rocambolesco malabarista. Um “Vale e Azevedo” ainda mais dotado . O ESPERTO é aquele que mente bem. Que mente depressa. Que mente muito e com convicção. E, como é ESPERTO, escolhe a dedo aqueles a quem vai enganar, para o êxito da mentira ser infalível. O ESPERTO não precisa de tirar um curso superior para ter êxito na vida, e , caso precise do curso para ocupar um cargo p`ra ESPERTOS, num abrir e fechar de olhos, ele desenrasca o diploma. O ESPERTO também não precisa ser culto. Basta fingir que o é, mentindo. Pode nunca ter lido os Lusíadas, mas, junto de quem nunca os leu, e que não seja ESPERTO, nem INTELIGENTE, é capaz de afirmar que já os leu muitas vezes, e, para convencer de vez, até é capaz de citar um verso qualquer, memorizado num jantar de espertos, dizendo que é dos Lusíadas. Os ESPERTOS, em geral, são os que se colam ao poder porque acham que é aquele o seu destino. Os ESPERTOS , por serem espertos, são aqueles que governam . Governam mal os outros, mas governam-se bem eles próprios. Desde o maior ao mais pequeno poder, à frente dele, a mandar, há-de estar um ESPERTO. Assim, o ESPERTO, ou é Ministro ( e, quantas vezes, o “Primeiro”), ou Presidente da Câmara ( sobretudo, se também é sócio de uma empresa intermunicipal), ou Presidente da Junta ( sobretudo, se diz sempre “ámen” ao Presidente da Câmara ).Também são ELES, os ESPERTOS, os que mais dinheiro têm. Não à custa do seu próprio esforço, mas à custa da sua esperteza. Os ESPERTOS são exímios a multiplicar o dinheiro dos outros, mas metem o produto da multiplicação no seu bolso. Os ESPERTOS detestam pagar impostos, por isso houve um ESPERTO qualquer que inventou os Paraísos Fiscais. Os ESPERTOS, ou são gestores bancários (sobretudo, de bancos com off-shores) ou presidentes de clubes de futebol ( sobretudo, dos clubes em que há resmas de fanáticos que se põem a jeito face à rapina) ou empreiteiros ( sobretudo, de obras públicas em contínua derrapagem), ou, por aí fora; Os ESPERTOS são ainda os chefes de quase tudo ( sobretudo os que são promovidos à base da cunha). Os ESPERTOS não estudam demais, não trabalham demais, não se esforçam demais. Os ESPERTOS revelam-se logo nos bancos da escola, pois têm excelentes notas porque copiam nos testes; No trabalho, são os que mais cruzam as pernas e engraxam o chefe; Se vão a um espectáculo, não compram bilhete. Se compram bilhete, não vão ao espectáculo, e vendem-no dez vezes mais caro. Há ESPERTOS capazes de tudo: de comer à custa dos outros; de viajar em primeira com bilhete de segunda; de fazer de polícia, sendo ladrão; de “roubar” dinheiro a um “amigo” para lho emprestar a seguir. ( e, algum tempo depois, o ESPERTO processa o “amigo” para reaver aquele dinheiro e muito mais, porque o ESPERTO além de ser esperto, é usurário). Enfim, o ESPERTO é tão hábil, tão cheio de magia, que é mesmo capaz de ir a tribunal jurar sobre o que nunca viu nem presenciou. E, quantas vezes, no enredo da sua descarada mentira, faz com que esta pareça de tal modo verdadeira que o próprio julgador ( humanamente caído no logro) a admite como a pura e absoluta verdade.

Quanto aos INTELIGENTES, a história é outra. Os INTELIGENTES são todos os que sabem tanto ou mais que os ESPERTOS mas, ou não têm feitio para serem espertos, e, por isso, não o são ( o pior é que, às vezes, o feitio muda, e logo se tornam ESPERTOS). Ou tiveram uma educação moral muito séria para o poderem ser. Os INTELIGENTES, ou foram ESPERTOS à nascença e , pela educação, ficaram a preencher o quadro dos INTELIGENTES, ou já nasceram INTELIGENTES e não se deixaram influenciar ( corromper) pelos ESPERTOS. Mas há muitos INTELIGENTES que, se fossem ESPERTOS, não queriam ser INTELIGENTES… Ao grupo dos INTELIGENTES pertence, felizmente, a grande maioria da humanidade. Os INTELIGENTES são todos os trabalhadores por conta de outrem e os empresários ( sobretudo os pequenos e médios - mas só os que pagam impostos). São também a maioria dos médicos, dos advogados, dos magistrados, dos agricultores , dos professores…

E os AFINS quem são? Há duas subclasses de AFINS: os PRÓ-ESPERTOS e os PRÉ-INTELIGENTES. Os PRÓ-ESPERTOS, são os que estão em trânsito da classe dos INTELIGENTES para a classe dos ESPERTOS. São todos os que “despertaram” para a ESPERTALHICE. A esta subclasse pertencem todos os que almejam ser ESPERTOS. Por isso são perigosos concorrentes destes. A esta subclasse pertencem os subchefes de tudo ( das finanças, das esquadras, e por aí fora). Também os Secretários e sub-secretários de Estado…. Quanto aos PRÉ-INTELIGENTES, prefiro não falar deles. Não porque não mereçam que se fale deles, mas porque não vou em ironias com quem é vítima quer dos ESPERTOS quer dos PRÓ-ESPERTOS.

P.S.: Não referi os deputados. Não foi por esquecimento. Foi só porque é uma actividade que até parece já não ter “classe”. Mas é evidente que também são ESPERTOS ( sobretudo, os que lá não estão nem p`ra falar, nem p`ra votar… por terem ido, algures, “à missa”…)

CUNHA RIBEIRO, Barcelos

Santana Castilho faz um balanço da Educação em Portugal

segunda-feira, 2 de março de 2009

FRANÇA Formação dos professores: a batalha continua

Le léger recul gouvernemental sur la future formation des enseignants est-il le signe d'une véritable volonté de négocier ou un leurre ? Le 25 février, F. Fillon annonçait la mise en place d'une "Commission de suivi permanente de la réforme de la formation des enseignants". Parallèlement il demandait à X. Darcos de "renforcer l’accompagnement des enseignants au début de leur parcours professionnel, en prévoyant un temps de formation complémentaire pendant l’année de stage". Un peu plus tard, il concédait le caractère expérimental des maquettes 2009 des formations. Parallèlement il annonçait le recrutement de 400 agrégés pour enseigner en université.

Les syndicats dubitatifs. On sait que la remontée de ces maquettes est bloquée depuis le 19 février par la Conférence des présidents d'université (CPU) et que de nombreux enseignants et étudiants des IUFM sont hostiles à la nouvelle formation. Les syndicats ont réagi de façon différente à la décision gouvernementale. Le Sgen estime que "le gouvernement énonce des principes qui sont positifs" mais reste dubitative sur les applications. Les syndicats FSU (Snes, Snuipp, Snep, Snuep) "prennent acte avec intérêt de la reconnaissance par le premier ministre de la nécessité d’un temps de formation professionnelle post-concours, pendant l’année de stage". Mais ils "ne se contenteront pas d’un ersatz de formation, limité à un simple accompagnement sur le terrain avec un enseignant expérimenté. Ils estiment que cette première année d’exercice du métier doit se faire en alternance entre la responsabilité d’une classe pour moitié du temps de service et la poursuite de la formation professionnelle avec l’intervention de l’IUFM".

(Continua…)

Fonte: Le Café Pédagogique

Ministério insiste nas quotas para atribuição das notas mais elevadas na avaliação de desempenho

O Governo insiste na existência de quotas para a atribuição das classificações mais elevadas no âmbito da avaliação de desempenho docente, segundo uma proposta que será negociada amanhã com os sindicatos, a que a Lusa teve hoje acesso.

De acordo com o documento, "a avaliação de desempenho deve traduzir-se num sistema de classificação que (...) garanta o carácter selectivo no reconhecimento do mérito, designadamente, através da fixação de percentagens máximas para as classificações de mérito".

A atribuição das classificações de "Muito Bom" e "Excelente" estão condicionadas pela existência de quotas, um dos princípios fundamentais do Estatuto da Carreira Docente (ECD) que os sindicatos de professores mais contestam, mas que o Ministério da Educação não está disposto a abdicar.

A avaliação de desempenho é uma das matérias que a tutela e os sindicatos acordaram rever no início do ano, no âmbito da revisão do ECD.

(Continua…)

Fonte: PÚBLICO

OPINIÃO > Carlos Monteiro: «Tive um pesadelo...»

domingo, 1 de março de 2009

OPINIÃO > Fernando Madrinha: «Seis meses em campanha?»

OPINIÃO > Miguel Sousa Tavares: «Somos tão modernos!»

Comentário:

Miguel Sousa Tavares assume nesta sua crónica uma atitude desconcertante para quem está habituado a lê-lo, parecendo defender tudo o que esteja relacionado com o Governo.

Se o livro EQUADOR, do qual gostei muito, descontando os inúmeros erros ortográficos e de outro tipo, fosse considerado um livro apenas para adultos, devido a descrições que transmitem um erotismo arrojado, o seu autor ― MST ― aceitaria tal decisão sem estrebuchar?

Por outro lado, MST critica o jornal PÚBLICO, o qual durante muito tempo lhe deu guarida, pagando-lhe para debitar prosa cáustica sobre os mais variados assuntos... Agora também pretende embarcar na cruzada governamental contra tal jornal diário?

Coisas estranhas, ou talvez não, estas que se vão passando no nosso País!...

ECONOMIA A recessão pode acabar este ano

In congressional testimony, Federal Reserve Chairman Ben S. Bernanke depicted an economy undergoing a "severe contraction." But Bernanke said the recession could end in 2009, paving the way for a "year of recovery" in 2010.

Any turnaround, the Fed chairman made clear, will depend on whether government efforts succeed in stabilizing the financial markets.

Fonte: The Washington Post