O processo de avaliação docente está a avançar em todas as escolas, de acordo com a informação da Direcção-Geral de Recursos Humanos da Educação.
Desmentem-se assim as alusões, contraditórias entre si, em jornais diários de hoje, a suspensão, adiamento, atraso ou interrupção do processo de avaliação.
Com efeito, vários jornais mencionaram hoje o tema da avaliação de professores, reproduzindo argumentos de uma estrutura sindical.
Em um dos títulos garantia-se que o processo estava suspenso em "10 por cento" dos estabelecimentos de ensino, num segundo avançava-se que estava parado em "50 por cento" das escolas, enquanto um terceiro asseverava que "metade das escolas suspenderam ou vão suspender" a avaliação, apesar de ter escrito na capa que "Metade das escolas não faz avaliação".
Perante estas discrepâncias informativas, repete-se que o processo de avaliação docente está a avançar em todas as escolas.
Qualquer outra visão só pode derivar da vontade de criar ruído e perturbar o direito dos docentes a serem avaliados.
Este é um espaço onde poderei dar conta das minhas reflexões, alegrias, inquietações e também das minhas indignações. Deixo claro que não hipotequei a minha liberdade a nenhum partido político. Tal como escreveu o ilustre escritor Miguel Torga, meu comprovinciano, «Não posso ter outro partido senão o da liberdade»...

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