Neta e filha de professores, Fátima Miranda nunca imaginou vir a fazer outra coisa na vida que não fosse ensinar. Também nunca tinha imaginado reformar-se antes do tempo, mas já não conseguia aguentar mais.
"Os últimos meses do ano passado foram de um sacrifício terrível. Em minha casa nem acreditavam como era possível eu estar tão desmotivada, logo eu que andava sempre entusiasmada", recorda. Os motivos para a desilusão? A ministra e os alunos.
"Com estas reformas, os professores, estão assoberbados de trabalho técnico e burocrático. Eu gostava imenso de ensinar mas isso deixou de ser o mais importante para a escola. Desapareceu a humanidade e a criativadade. Roubaram a alma à escola e ela morreu".
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Este é um espaço onde poderei dar conta das minhas reflexões, alegrias, inquietações e também das minhas indignações. Deixo claro que não hipotequei a minha liberdade a nenhum partido político. Tal como escreveu o ilustre escritor Miguel Torga, meu comprovinciano, «Não posso ter outro partido senão o da liberdade»...
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